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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

SextaSombria😱#12 A Terrível Paralisia do Sono, O Fenômeno! Sleep paralysis


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A Terrível  Paralisia do Sono 


Kanashibari é o termo japonês para a paralisia do sono, significa literalmente “atado ao metal”, um fenômeno no qual uma pessoa, ao cair no sono ou acordar, experimenta temporariamente uma incapacidade de se mover. Ela é frequentemente associada com visões aterrorizantes, um pesadelo onde o mundo real e dos sonhos se misturam.

Histórias sobre Kamashibari são antigas e estão presentes em muitas culturas, e a maioria são atribuídas a uma força sobrenatural dominante que geralmente se apresenta sobre o corpo. O Kanashibari pode até mesmo ser causada por seres humanos, geralmente sacerdotes ou feiticeiros. Apesar de não ser realmente fatal, esta é uma experiência aterrorizante para a vítima.

Segue abaixo o video do canal CurioMystery no YouTube sobre A Terrível Paralisia do Sono.


Kanashibari: Origens



Cena do Filme Ju-on

História


O fenômeno da paralisia do sono pode ser reconhecido em relatórios, em diferentes culturas e ao longo da história.

Do ponto de vista fisiológico, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover.

Na história da medicina ocidental, a paralisia do sono tem sido documentada há pelo menos 300 anos. Kompanje, em 2008 descreve um relatório de 1664, o caso do médico holandês, Van Isbrand Diemerbroeck, intitulado “Of the Night-mare”. Ele descreve os sintomas de uma paciente:

“… No tempo da noite, quando ela estava compondo-se para dormir, às vezes ela acreditava que o diabo estava em cima dela e segurou-a, por vezes, ela foi sufocada por um grande cão ou ladrão deitada sobre o peito, de modo que ela não poderia falar ou respirar e quando ela se esforçou para jogar fora o fardo, ela não foi capaz de mexer os seus membros.”, Citação literal de Van Diemerbroeck.

O termo Kanashibari, que significa “amarrar com uma corda de ferro” é derivado da magia de Fudoh-Myohoh, um Deus budista. A ideia de ser amarrado vem da crença antiga de que os monges budistas vingativos podiam usar a magia para paralisar pessoas como se estivessem presos em uma corda de metal.

No folclore Oriental, a forma mais comum de kanashibari vem do sentido de posse. Quando uma pessoa está possuída por um Inugami, kitsune, tanuki, entre outros, um dos possíveis sintomas que podem desenvolver é a imobilidade ou paralisia do sono. Este tipo de posse pode às vezes ser superado se um shugenja (uma espécie de sacerdote) recitar sutras budistas para expulsar o espírito do Yokai  de seu corpo. Uma vez que, expulso o espírito, o kana-shibari desaparece e tudo pode voltar ao normal.

Kanashibari: Lendas


Existe uma série de lendas sobre Kanashibari, e cada uma aponta para uma causa diferente. O conto de Kiyohime apresenta uma passagem onde a donzela, com desejo de vingança, furiosamente persegue seu amado, o monge Anchin. Tentando escapar de seus avanços, Anchin pede ao sacerdote de um santuário Kumano para ajuda-lo. O sacerdote então, prende Kiyohime em uma armadilha kana-shibari, dando tempo ao monge  para fugir.

O fenômeno Kanashibari, ainda, pode ser provocado por fantasmas (yureis). Um conto famoso vem de uma história de fantasmas (kaidan) popular em Iwate. Há muitas variações, mas geralmente, no meio da noite, uma pessoa acorda com um sentido ameaçador, puro pressentimento de pavor. Percebe que  não pode se mover, mesmo que esteja acordada. Ela sente como se garras poderosas a estivessem segurando com força, mantendo-a imóvel. De repente, uma força invisível a puxa pelas pernas e arrasta-a para fora de sua cama, geralmente na direção de uma janela aberta, um rio, ou em algum outro lugar perigoso! Depois de uma luta desesperada, a pessoa finalmente se desprende da paralisia do sono, e vê o fantasma de uma mulher de meia idade aterrorizante subindo  ao teto.

Outros tipos de Yokais (criaturas sobrenaturais) podem infligir o Kanashibari. Conta-se que Makura-gaeshi, uma espécie de Zashiki-warashi (criança fantasma do quarto), da prefeitura de Ishikawa, assombra quartos à noite, lançando-se sobre os travesseiros de dormir dos hóspedes. Vítimas às vezes acordam no meio da noite, sentindo um peso esmagador em seu peito, e encontram o fantasma de uma criança pequena sentada sobre eles. Isso pode ocorrer de forma esporádica, ou mesmo todas as noites, dependendo do estado de espírito do Makura-gaeshi.


The Nightmare, by Henry Fuseli (1781)

Talvez o exemplo histórico mais famoso de paralisia do sono encontra-se expressa na arte, uma pintura de 1781 de Henry Fuseli, intitulada “The Nightmare”. Esta pintura apresenta muitos dos sintomas clássicos da paralisia do sono. A figura central é retratada deitada de costas com um demônio sentado em seu peito, e criaturas estranhas ao fundo.

Kanashibari: O Folclore no Mundo

Ataques de paralisia do sono e os atacantes noturnos são parte integrante do folclore, está enraizada na cultura de muitos países. A crença no fenômeno é antiga, gerou muitas lendas que, ainda hoje, assombram o imaginário de muitos povos ao redor do Mundo.

•No folclore escandinavo, a paralisia do sono é causada por uma égua, uma criatura sobrenatural relacionada com íncubos e súcubos. A égua é uma mulher maldita, e seu corpo amaldiçoado é levado misteriosamente durante o sono e sem que ela percebesse. Neste estado, ela visita moradores a se senta em seu peito enquanto eles estão dormindo, fazendo-os experimentar os mais terríveis pesadelos.

•Em muitas partes do sul dos Estados Unidos, o fenômeno é conhecido como sopro de bruxa. Durante os julgamentos das bruxas de Salem, várias pessoas relataram ataques noturnos de vários supostos feiticeiros, incluindo Bridget Bishop, que pode ter sido causada por paralisia do sono.

•No México, acredita-se que isso é causado pelo espírito de uma pessoa morta. Este fantasma se deita sobre o corpo na cama, deixando-o incapaz de se mover. As pessoas se referem a isso como “subirse el muerto” (pessoa morta sobre você).

•Na Tailândia acredita-se que o desconforto da paralisia do sono é causado por um fantasma do folclore tailandês conhecido como Phi Am ( Thai : ผีอำ ). Algumas pessoas afirmam que esse espírito pode até causar hematomas. Histórias sobre este espírito são comuns em quadrinhos tailandeses.

Na cultura vietnamita, a paralisia do sono é conhecida como “ma de”, que significa “segurado por um fantasma”. Muitas pessoas nesta cultura acreditam que fantasmas entram no corpo das pessoas causando a paralisia.

Na China, paralisia do sono é conhecida como “压身 (pinyin: guǐ yā shēn) ou “压床 (pinyin: guǐ yā chuáng), o que pode ser traduzido literalmente como “corpo pressionado por um fantasma” ou “cama pressionada por um fantasma”.

No Brasil, existe uma lenda sobre um ser mitológico chamado de pisadeira “ela que pisa”. segundo a qual, durante o sono, uma mulher lendária pisa sobre o peito da pessoa que está dormindo, enquanto esta vê tudo e não pode fazer nada.

FONTE: http://www.cacadoresdelendas.com.br/japao/kanashibari-paralisia-sono/


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Sexta Sombria em: Mansão Winchester - A Casa Mais Mal Assombrada da História


Sexta Sombria Winchester Mystery House






A "Winchester Mystery House" é uma mansão em San Jose, Califórnia, que já foi a residência pessoal de Sarah Winchester, a viúva do magnata das armas, William Wirt Winchester. Localizado no 525 South Winchester Blvd. em San Jose, a mansão em estilo vitoriano é conhecida por seu tamanho, suas curiosidades arquitetônicas e sua falta de qualquer plano de construção. É um marco histórico da Califórnia e a casa está protegida pelo Registro Nacional de Lugares Históricos. Ele é de propriedade privada e hoje serve como uma atração turística.

A história começa em 1862, nos Estados Unidos, quando uma jovem chamada Sarah Pardee se casa com William Wirt Winchester, dono da famosa fábrica de rifles Winchester. Foi esta fábrica que desenvolveu um rifle que seria na época o mais rápido de todos, o que tornou a família Winchester uma das mais ricas dos Estados Unidos.
E foi nesse período que nasceu a pequena Anne Parde Winchester, Filha de William e Sarah. Mas infelizmente a criança faleceu um mês depois de uma rara doença, o que deixou Sara inconsolável. Ela entrou em um luto profundo, sua dor levou quase 10 anos para se curar. O casal jamais teve outro filho. E como se não bastasse todo esse sofrimento, em 7 de março de 1881, 15 anos depois da morte da filha, William Winchester morre de tuberculose e Sarah entra em uma violenta depressão.

Motivo da construção

Alguns dias após a morte de William, em uma noite, Sarah ouve barulhos, gritos ensurdecedores e batidas por toda a casa, o fenômeno se mantêm assim por muitos dias seguidos.
Completamente desesperada, Sarah resolve ir até um centro espírita em Boston, para descobrir o que estava acontecendo, e a médium que em uma sessão lhe informa que William, seu marido, está ali com ela e tem uma mensagem. Ele conta que os espíritos atormentados das pessoas cujas mortes foram causadas por armas Winchester a rodeiam. Estão vagando perdidos ao redor dela e com muito ódio.
E o mais assustador: São essas almas que mataram sua filha Anne e o próprio William!
Ele também disse para Sarah tomar cuidado, pois seria a próxima a morrer. A médium então lhe aconselha a mudar de casa, diz que William a guiaria para o novo lar ao qual ela deveria comprar e fazer a mudança. Essa casa deveria ser reformada para que os espíritos de luz pudessem protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem e se ficassem distantes.
Sarah então viaja por todo o país, e em 1884 no Vale de Santa Clara em San Jose na California, ela encontra uma casa de 6 cômodos, inacabada, ainda em obras e sente que é aquela casa que deve ser comprada. Então ela inicia uma reforma, a obra jamais poderia terminar segundo o que a médium havia lhe dito, novos quartos e cômodos deveriam ser construídos na esperança de viver em paz. No entanto, a nova casa não parou os espíritos, que continuavam a assombrá-la, vozes e sons eram ouvidos constantemente na casa.
Um Assustador Jogo de Horrores

Sarah destruía e reconstruía cômodos sem parar. Aumentava, diminuía, construía um
quarto em torno de outro. Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas que não davam em lugar algum. Também haviam portas que ao se abrirem davam para um vão vazio e quartos com passagens secretas, assim como também labirintos e armários que ao se abrirem mostravam só paredes.

Tudo isso ela fazia para confundir e desencorajar os espíritos sem luz que ali entrassem. As obras na casa nunca paravam. Os trabalhadores se revezavam para que 24 horas por dia se ouvisse os martelos e ferramentas na construção.
Sarah nunca tinha um projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos. O chefe de obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria naquele momento, sendo que no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia anterior e reconstruir de outra forma. Assim os espíritos poderiam ficar mais e mais confusos.
Foi construída uma sala, chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era viva. Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Reza a lenda que o quarto foi construído como um PORTAL para o outro mundo, e que ali ela recebia os espíritos durante as sessões.
Veja agora um trecho da reportagem feita pelo programa Fantástico, da rede globo, onde o repórter mostra o famoso quarto azul.

Antes do terremoto de 1906, a casa tinha sete andares de altura, mas hoje tem apenas quatro andares. A casa é predominantemente feita de pau-brasil, madeira preferida da viúva. Foram usados cerca de 78.000 litros de tinta para pintar a casa. A casa em si é construída usando uma base flutuante que se acredita ser o motivo do seu desabamento parcial no no terremoto de 1906 e 1989.
Foram mais de 38 anos construindo corredores tortuosos, um labirinto de escadas e portas levando a lugar nenhum.

Somente em 1922, quando Sarah morreu aos 85 anos, as construções pararam. O investimento foi de quase 5,5 milhões de dólares.


Curiosidades


A Mansão Winchester foi construída em consideração aos fantasmas, com toda a arquitetura esquisita feita tanto para os fantasmas, que eram para ficar presos na mansão e para os fantasmas ruins, que com isso não conseguiriam entrar na Mansão.
A casa ficou com 40 quartos, 47 lareiras, 13 banheiros, 52 clarabóias, quase 10.000 janelas, 600 portas e 3 elevadores.
Leva em torno de 4 horas para visitar a mansão inteira segundo uma reportagem feita pelo programa fantástico da rede globo.
Algumas coisas bem estranhas, foram feitas para os espíritos como por exemplo: Uma escada que acaba no teto, portas altas para fantasmas maiores e portas estreitas para fantasmas pequenos, uma escadaria em ziguezague com sete desvios e quarenta e quatro degraus, onde chega-se ao topo subindo três metros, uma porta que se abre para um vão cuja queda corresponderia a dois andares e diversas passagens secretas.
Todas as posses de Sarah, foram para a sua sobrinha e sua secretária pessoal. Sua sobrinha, em seguida, levou tudo o que ela queria e vendeu o resto em um leilão privado.
A mansão foi vendida em um leilão para um investidor local por 135.000 dólares. Em fevereiro de 1923, cinco meses após a morte de Winchester, a casa foi aberta ao público, com Mayme Brown servindo como o primeiro guia de turismo.
Hoje a casa é propriedade de Winchester Investments LLC, uma empresa privada que representa os descendentes de John e Mayme Brown. A casa mantém toques exclusivos que refletem as crenças da Sra.Winchester.
Shara Smith trabalha na casa, e conta que a primeira vez que ficou sozinha entrou em um dos quartos fechados:
“A porta se fechou atrás de mim e deu para sentir uma enorme pressão lá dentro, parecia que as paredes se aproximavam. Eu quis sair de lá o mais depressa possível.”, disse ela.
Jonh e Jack Sttubert, que também trabalham na mansão, concordam que o quarto é uma passagem para o outro mundo. “Eu me virei, olhei para o corredor e vi um homem parado lá. Então ele desapareceu e eu desci para ver se havia alguém na casa, mas não havia ninguém lá. Nunca acreditei em espíritos, fantasmas ou qualquer coisa assim, mas agora eu acredito que tenha algo ruim nessa casa.”, disse Jack.
Segue abaixo link do canal CurioMystery no Youtube com o vídeo dessa matéria.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

CurioMystery - Sexta Sombria - A loira do Banheiro, um Conto e Artigo Sombrio e Real

Sexta Sombria

 A loira do Banheiro, O Conto, A lenda e um Artigo Sombrio e Real

Olá galera Terror na Veia!!! Um salve aos meus seguidores do aplicativo Terror Amino e aproveitem para me seguir aqui no blog também, dar uma passada no meu Canal do YouTube -  LINK-CurioMystery-YouTube

Gostando dos vídeos deixem seu Like, comentários aqui no blog e lá no Canal do YouTube são bem vindos e agradeço muito que deixem suas opiniões, pois assim irei ter um retorno do que estão achando, no que precisa ser melhorado, pois suas dicas são muito mais que bem vindas.

Agora sem mais delongas vamos iniciar nossa Sexta Sombria, essa semana irei experimentar em publicar um dos meus contos/relatos postados no aplicativo Terror Amino ( https://plus.google.com/101024665550849875797/posts/fKybDbNaRW8 ) , um Artigo real e mais uma das inúmeras Lendas Urbanas, ou será que não????

Iremos começar com o conto publicado dia 07/11/2016 no aplicativo Terror Amino.

Contos de Terror

Fonte: images1.pref.com

 A Loira Do Banheiro

Fonte: stream1.gifsoup.com
Certo dia, uma menininha, nova em seu colégio, estava com uma enorme necessidade de ir ao banheiro, mas sendo nova no colégio, não sabia onde ficava o banheiro feminino, então sua professora pediu que sua colega a acompanhasse. A caminho do banheiro, a colega comentou sobre a lenda da loira do banheiro, mas era uma história diferente que dizia: “Ela havia estudado neste mesmo colégio, ela tinha aproximadamente a nossa idade. Ela não gostava de ir à aula, pelo fato de não ter amizades, e até hoje ela procura amigas as assustando em sua única e eterna casa: os banheiros do colégio”.- Mas por que ela é chamada de “a loira do banheiro?” - pergunta a menina. Então a amiga responde: -Há muito tempo, por estar muito triste de não ter amigas, se trancou no banheiro de seu colégio, e lá ficou durante 2 meses, até que um dia, um dos ralos começou a transbordar, a água que transbordava tinha um cheiro muito forte, o que provocou sua morte. Mas não é só isso, seu corpo está no cemitério, mas seu espírito ainda vaga pelos banheiros dos colégios e ela era loira. A menina ficou com medo, mas não se preocupou, pois estava acompanhada e sua amiga que dizia nunca ter visto a loira e que também afirmava que a loira só poderia ser vista se a pessoa fizesse um processo: estar sozinha no banheiro, dar a descarga três vezes, chutar a privada, abrir e fechar a torneira três vezes consecutivas sem molhar as mãos e cantar a musiquinha tosca do Barney balançando a cabeça de uma lado para o outro. A garota voltou a classe e agradeceu a sua amiga não só por ter levado ela ao banheiro, mas por ter explicado a lenda da loira do banheiro. Seu primeiro dia de aula terminou e chegando em casa contou a história que havia ouvido de sua amiga a sua irmã mais velha, que estudava na mesma escola e que nunca acreditou em histórias de espírito. Após a história ouvida, a irmã mais velha prometeu provar a Emilly que essa história não passava de mera fantasia. No dia seguinte, na hora da entrada Lydia levou sua irmã, Emilly, ao banheiro para provar-lhe que tudo era mentira. Então Lydia fez todo o processo, mas lembrou que a garota deveria estar sozinha no banheiro. Lembrando deste detalhe, expulsou Emilly do banheiro, que ficou do lado de fora da porta, olhando pelo vitral. Fez todo o processo, esperou um pouco e comunicou sua irmã que não havia acontecido nada com ela. Como Lydia havia bagunçado um pouco o banheiro, voltou para deixar tudo em ordem, mas quando ela estava saindo, a loira do banheiro apareceu e disse que ela era real e que agora, pela ousadia de Lydia, a irmã de Emilly tornou-se a segunda loira do banheiro unindo-se à terrível Mary Jane. E foi assim que Lydia morreu e foi considerada desaparecida, pois seu corpo jamais foi encontrado.

* * *

Artigo Sombrio Real



Onda de Crimes Satânicos Varre o México

O padre José Antonio Fortea, um dos principais exorcistas do México veio à público 
para alertar o povo de seu país contra um fenômeno que segundo ele vem crescendo em escalas alarmantes: 
Os assassinatos ligados à rituais satânicos.

O caso mais recente é o de Edwin Juarez Palma ocorrido na primeira semana de Março. O jovem de 24 anos, 
trabalhador de um restaurante, foi violentamente espancado, estrangulado e e teve seu pescoço cortado 
com uma garrafa quebrada pelos membros de um culto, em uma cerimônia que pretendia transformá-lo em um vampiro.

A polícia disse que o jovem foi morto depois de ter sido ludibriado para tomar parte em uma cerimônia de iniciação 
que o tornaria parte de um culto satânico chamado Filhos de Baphomet 1.

Em vez disso ele teve suas mãos amarradas e foi torturado até que um dos supostos assassinos convenceu os outros
membros de ele deveria ser sacrificado para que pudesse voltar à vida como um vampiro. Dois homens e uma mulher
foram presos e admitiram que pertenciam ao culto.

O chefe de polícia Paul Rocha disse:

“Este crime ocorreu durante uma cerimônia de iniciação conduzido por uma seita satânica chamada Filhos de Baphomet 1 
durante o qual a vítima deveria se tornar um vampiro.”

Para o Padre Fortea, a moda do vampirísmo está muito próxima do satanismo.

Os cartéis de drogas no México rezam para a Santa Muerte pedindo proteção da polícia e da morte. 
Eles pedem à entidade que vigie o transporte das drogas e muitas vezes oferecem sacrifícios humanos para ela.

No ano passado o caso de um menino de 6 anos, Christopher Márquez, causou comoção no público mexicano. 
O garoto foi espancado e morto no que a polícia também descreve como um ritual de sacrifício à Santa Muerte.

Os investigadores mexicanos afirmam que onde as organizações criminosas crescem, a veneração a Santa Muerte também cresce. 
Os criminosos exibem tatuagens e portam amuletos com a imagem da “Santa” e a relação entre o crime e a sua devoção no México 
é cada vez mais evidente.

A veneração desta imagem é proibida até mesmo nas prisões. Um dos líderes de um culto que venera a Santa Muerte está na prisão,
e seus seguidores são considerados satanistas.

Vários padres mexicanos contam como fiéis se voltam para os santos da Igreja Católica quando precisam de ajuda, mas quando 
eles querem ajuda sobrenatural para prejudicar alguém, se vingar ou se sentir protegido contra o crime, eles se viram para 
a Santa Muerte.

Segundo o Padre Jorge Luiz Zarazúa, um especialista mexicano em cultos, a devoção à Santa Muerte não é católica de origem 
como muitos acreditam. Acredita-se que essa imagem surgiu da incorporação de elementos devocionais típicos do catolicismo, 
como o uso de altares , flores, imagens, procissões e romarias.

O Padre Fortea, que já chegou a solicitar um exorcismo em massa no país, liga a ascensão de cultos satânicos ao secularismo.

“Quanto mais uma sociedade abandona os caminhos de Deus, mais haverão casos de satanismo. Quanto mais um país é cristão, 
menor o número de casos de adoração ao diabo”.

* * *

O Medo do Banheiro


Para as mais diferentes culturas, há um cômodo em que reinam demônios com funções e características variadas.

Este lugar seria o banheiro. Para alguns, trata-se de um recinto solitário, de absoluta intimidade, de sossego. Para outros, de horror, onde são enfrentados monstros antigos e arraigados. 

O imaginário coletivo de diferentes sociedades deu espaço a várias histórias sobre aparições e até mesmo demônios.

A lenda urbana da loira do banheiro é muito popular no Brasil, mas o medo de ter que ao banheiro no meio da madrugada entre outras coisas existe no mundo inteiro.

A versão da lenda Japonesa, Toire no Hanako é o nome de uma garotinha que foi brincar de pique-esconde com os amigos, e se escondeu na porta dos fundos do banheiro do terceiro andar. Depois, ela foi encontrada morta neste mesmo local (nenhuma versão da lenda conta como ela morreu, mas se sabe que ela era uma garota quieta que sempre era "maltratada" por seus colegas).
Após algum tempo, surgiram vários boatos de que a alma da menina ainda estivesse lá.

Entre esses havia um sobre  duas coisas que NÃO se deve fazer para não chamar a atenção da Hanako que são :
  1.          Ir para o banheiro do terceiro andar;
  2.        bater na porta três vezes e falar “Hanako você está aí?


Se repetido isso três vezes, e você escutar uma voz falando “sim!”
inevitavelmente você verá Hanako. Ela irá te sugar para dentro do banheiro.

Apesar disso ter acontecido em um só colégio, essa lenda se espalhou por todos os colégios do país e do mundo, e se tornou uma das lendas urbanas mais famosas.

As lendas relacionadas a banheiros não se resumem a belas adolescentes mortas, agora vamos conhecer os verdadeiros demônios dos banheiros.

Sulak: demônio babilônico que se esconde no vaso sanitário e aparece para as pessoas enquanto elas defecam. Ele era representado com patas traseiras e em forma de leão. “A mão de Sulak” era o nome dado às convulsões e acidentes vasculares cerebrais que ocorriam com as pessoas que não eram moderadas nem silenciosas no banheiro. 
SULAK

Kawaya no-kami: demônio japonês, nasceu dos excrementos de Izanami, a deusa da Terra e da Escuridão, para cuidar dos usuários das antigas latrinas. Nesse setor da casa, os japoneses montavam uma espécie de santuário para Kawaya no-kami, que tinha que estar muito limpo – caso contrário, a deusa se vingaria, fazendo nascer crianças feias e tristes. 
Kawaya no-kami
Zi-Gu: conta a lenda chinesa da dinastia Tang que Zi-Gu era uma mulher bonita pela qual um alto funcionário se apaixonou, matando seu marido, raptando-a e levando-a para viver em seu palácio. A esposa do funcionário matou Zi-Gu por ciúmes, enquanto ela usava o banheiro. Seus lamentos continuaram a ser escutados no local onde encontrou a morte, até que a imperatriz Wu abençoou seu espírito e a nomeou “deusa dos banheiros”, cuja proteção é comemorada no dia 15 do primeiro mês lunar. 
Zi-Gu
Belfegor: antigo demônio judeu-cristão, é também uma divindade das invenções, das descobertas e da preguiça. Ele oferece riqueza para levar as pessoas à avareza e ao egoísmo. Possui chifres, barbas longas, a boca sempre aberta e as pernas de lobo dobradas em volta de seu trono-latrina.
Belfegor


A Loira do Banheiro Das várias origens eu separei as duas descritas logo abaixo:


Fonte: mchoechlin.tumblr.com
"Jennifer era uma menina que não tinha muitos amigos.Era muito bonita e invejada por todos.Ela gostava de goticismo e coisas relacionadas ao assunto.Era muito ligada a sua família.Nem pensava em aulas.

Matava aulas ficando trancada dentro do banheiro.Até que um dia,resolveu testar uma brincadeira,muito conhecida no seu colégio,e que todas as pessoas diziam que depois que fizesse a brincadeira,algo de ruim iria acontecer.

Ela fez a simples coisa,: bateu três vezes levemente no espelho,e falou três palavrões em voz alta.(como dito por seus colegas de colégio.)logo em seguida,não ouviu nada.e o sinal tocou,o que fez Jennifer ir para casa.

No caminho de casa,a menina ficou com sede e parou em um "bar" para comprar uma garrafa de água mineral.

Quando estava saindo do bar,a mulher que estava no balcão falou com ela: Menina,tenha muito cuidado.

Á essa hora,não há mais nada no caminho em frente.Jennifer achou estranho o que a moça disse, mais com toda certeza que não iria acontecer nada,foi embora.

Chegando em casa,não havia ninguém.

Ela ficou muito assustada,e ligou para a polícia,enquanto revistava todos os cômodos da casa,inclusive o sótão.Já em estado crítico,a menina consegui avistar na porta do banheiro as palavras escritas com sangue: keep out.o quê significa,saia daqui.Ela correu até a porta do banheiro para entrar,e lembrou do que seus colegas da turma diziam: Se algo de ruim realmente acontecer,repita a "brincadeira" de novo,só que ao invés de falar três palavrões,fale 5.Ela fez o que foi pedido mais nada aconteceu.

Quando a menina foi sair do banheiro para atender a porta que a polícia tinha chegado,algo a pegou pelas costas,estrangulando-a.depois a "coisa" que a estrangulou,a enterrou,entoando o cântico "Chama La Bu".

Até hoje,ninguém achou o corpo desta menina,mais houveram boatos de crianças e adolescentes que na hora de dormir escutam tambores e algum homem entoando este cântico.

E dizem,também,que se você bater três vezes de leve no espelho e entoar algum cântico que contenha as palavras "Chama La Bu" esta menina aparece no espelho e te mata da mesma forma que ela morreu."

Verdade ou mentira? Nem uma tampouco a outra. Lenda urbana..

A segunda é bem mais complexa

A Lenda da Loira do Banheiro é considerada mais uma lenda urbana brasileira, sendo que esta personagem fantasmagórica que assombra a imaginação dos estudantes brasileiros, seria Maria Augusta, filha do visconde Franciscus D’A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal.

Maria Augusta que era filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratingetá e de sua segunda esposa, Amélia Augusta Cazal, nasceu no ano de 1866, em terras ultrapassavam os limites da atual Rua São Francisco.


Sobre o Caso

A moça tinha uma beleza que encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Paraíba, e como naquela época, os casamentos eram “arranjados” levando-se em conta os interesses dos pais, o Visconde de Guaratinguetá resolveu casar Maria Augusta, com apenas quatorze anos, no dia 1º de abril de 1879 com o ilustre conselheiro do Império, Dr. Francisco Antônio

Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que Maria Augusta.

Mas surgiram desentendimentos entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, motivados talvez pela diferença de idade.

Então, Maria Augusta resolve deixar o Marido em São Paulo e foge para a Europa, com um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, indo morar em Paris, mais especificamente, na Rua Alphones de Neuville.

Maria Augusta frequenta então a alta sociedade parisiense, se sobressaindo nos bailes devido a sua beleza, elegância e juventude.

Sendo que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade, Maria Augusta veio a falecer, devido à Pneumonia,sendo que alguns afirmam que foi devido a Hidrofobia.

Conta-se também que um espelho se quebrou na casa dos pais de Maria Augusta, em Guaratinguetá no momento em que Maria Augusta morreu em Paris. O atestado de óbito de Maria Augusta desapareceu com o primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, assim não pode-se confirmar a causa da morte.

No translado do corpo de Maria Augusta para o Brasil, foram guardados dentro de seu tórax as joias que a moça possuia e pequenos pertences de valor, tudo isso envolto em algodão, para evitar os resíduos, mas esse pertences foram roubados durante a viagem para o Brasil.

Mas enquanto aguardava a chegada do corpo de Maria Augusta, sua mãe, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para a filha, com os dizeres: “Eterno Amor Maternal”.

Quando o corpo de Maria Augusta chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas, enquanto se aguardava o término da construção da capela mortuária. O corpo de Maria Augusta estava em uma urna de vidro e por isso não sofria com o tempo, então ela aparentava estar apenas dormindo.

Quando a capela ficou pronta, a mãe de Maria Augusta negou-se a sepultar o corpo da filha.

Mas algum tempo depois, após muitos sonhos com Maria Augusta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou algo do gênero, para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe concordou em sepultá-la.

Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves em Guaratinguetá-SP

Entretanto, a casa da família tornou-se futuramente um colégio estadual, e diversas pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá. A lenda é de que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio, principalmente pelos banheiros devido a sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.

Então, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, quando é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, e ver sua silhueta pelas janelas.

Mas não há relato de atos de maldade cometidos por Maria Augusta, apenas rápidas aparições .
Já uma funcionária da Escola alega que ouviu Maria Augusta tocar piano.

Também há relatos de que no cemitério onde foi construído um lindo mausoléu branco, à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, pessoas veem Maria Augusta passando por entre os túmulos do cemitério, deixando um doce perfume no ar, além de ouvirem o barulho de tecido arrastando pelo chão.





A Loira do Banheiro é a lenda urbana mais famosa do Brasil. É conhecida praticamente em todas as escolas e faz muita criança ficar aterrorizada. Venha conhecer sua origem, diferentes formas de invocá-la e alguns relatos de quem jura que já a viu...

Acredito que a maioria dos que estão lendo conhecem a lenda da Loira do Banheiro. Me lembro quando tinha meus 8, 9 anos, que na escola que eu estudava o banheiro era uma fila com umas 10 portas, e a loira morava na última. Dizia a lenda que era só ir lá e dar 3 descargas seguidas que ela aparecia! Só sei que essa era a cabine menos usada do banheiro, todos os meninos tinham medo de ir lá

Como Evocar a Loira do Banheiro?

Existem muitas e muitas formas. Como lenda mais famosa do Brasil, conhecida em milhares de escolas, ela foi sendo modificado, como um telefone sem fio. Primeiramente, como o próprio nome diz, pra começar você tem de ir para um.... banheiro de escola, e fazer uma dessas coisas para a loira aparecer:

- chutar 3 vezes a porta do banheiro
- dar descarga 3 vezes seguidas em qualquer privada
- ir para a última porta do banheiro e dar 3 descargas seguidas (era assim na minha escola)
- Entrar em uma cabine, trancar a porta, sentar na privada e dar 3 descargas.
- Bater a porta 3 vezes, dar descarga 3 vezes, abrir e fechar a torneira 3 vezes e falar 3 palavrões
Se tiver coragem suficiente para fazer isso, ela vai aparecer com algodão no nariz cheio de sangue pedindo para você tirar. Por isso a Loira do Banheiro é conhecida também como A Mulher do Algodão. Algumas escolas dizem que a Loira do Banheiro aparece com o rosto todo cortado pedindo para você passar o algodão. Já outras dizem que ela aparece no espelho e fica te encarando.

Outras Possíveis Origens

Menina Matadora de Aula: A lenda conta que uma menina loira muito bonita vivia matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho.

Bloody Mary: É uma das mais famosas lendas urbanas americanas. Basta você falar 3 vezes para o espelho "Bloody Mary" que ela vai aparecer e te matar. Como consumimos tudo o que for americano, a lenda chegou nas terras tupiniquins e foi adaptada como sendo a Loira do Banheiro. 

A grande maioria dos blogs a associa Bloody Mary a Loira do Banheiro, porém, conhecendo melhor essa lenda americana, eu prefiro não vincular essa lenda a loira do banheiro, afinal, uma das suas variações Bloody Mary ao ser chamada três vezes e se algo acontecer significava que você iria casar e morreria antes do seu marido, ou seja, nada a ver com o contexto da loira do banheiro, mas eu irei contar em detalhes essa lenda, vou dedicar um artigo do Sexta Sombria só para contar essa história.

A extraordinária história do jornal Notícias Populares", o jornal pode ter sido um dos responsáveis pela criação da lenda. Segue texto retirado do livro (página 99):


Em 1966, ainda na era Mellé, o jornal fez renascer a lenda da Loira Fantasma, explorada anos antes pelo jornalista Orlando Criscuolo em uma série de matérias para o Diário da Noite. Em um plantão de domingo, a equipe deparou com uma pauta quase vazia. Sem suicídios, estupros e outros crimes dramáticos na cidade, estava difícil bolar uma manchete. Foi quando apareceu na redação a foto de uma funcionária do prédio, que trabalha no tráfego interno na Barão de Limeira. A imagem estava sem foco, com um borrão. Alguém comparou a moça a um fantasma. O repórter Mário Luiz Serra gostou da idéia e emendou de primeira a manchete "Loira Fantasma Aparece em Banheiro de Escola". Tanto a história quanto o cenário do banheiro foram escolhidos por Serra apenas em função do tamanho dos títulos e do texto. No dia seguinte, a edição esgotou nas bancas e vários leitores telefonaram para o jornal dizendo que já haviam sido assombrados pela tal Loira Fantasma.

A Loira Fantasma, por exemplo, ainda voltou em agosto e setembro de 1976, dando as caras em um colégio na Parada Inglesa, zona norte paulistana, e na Universidade Estadual de Londrina, no Paraná. O periódico até trazia uma entrevista com uma mulher suspeita de ser a Loira Fantasma. Mirtes Carvalho, em 18 de agosto, desmentia tudo: "Eu nunca foi a loira fantasma".


 Relatos de Avistamentos da Loira do Banheiro

A Loira do Banheiro Existe Mesmo

Hoje irei relatar um fato verídico que aconteceu com uma amiga minha, eu sempre  disse para ela não brincar com o desconhecido, mas ela não me dava ouvidos.

Todos os dias, no intervalo, ela ia com algumas amigas chamar a loira do banheiro, elas liam na internet modos de chamá-la, e um dia deu tão certo que elas conseguiram, elas foram sair do banheiro e a porta se trancou sozinha pelo lado de fora, elas gritaram tanto que uma "tia" da limpeza ouviu os gritos, pegou a chave e abriu a porta.

Naquele mesmo dia, quando fomos sair da escola, passamos em frente ao banheiro (minha sala era em cima, e as escadas eram de frente ao banheiro), minha amiga entrou no banheiro para lavar a mão, pois estavamos fazendo um trabalho com cola, e ela disse que foi olhar no espelho e viu uma mulher loira de vestido branco e olhos escorrendo sangue segurar ela pos trás, eu, como sou muito medrosa, ouvi os gritos de minha amiga, mas não tive coragem de entrar no banheiro, minha professora foi lá e tirou minha amiga.

No dia seguinte, assim que eu entrei na classe, minha amiga falou que essa mesma mulher perseguiu ela durante a madrugada: "Aquela mesma mulher de ontem me atormentou durante a noite, fui deitar para dormir, mas estava sem sono, fiquei acordada, de 01:40 consegui cochilar acordei de 03:13 para ir beber água, mas me lembrei de ontem e não fui até a cozinha, fechei os olhos para tentar dormir de novo, ouvi um barulho muito proximo de mim, abri os olhos, e aquela mulher estava paralisada me olhando, depois que comecei a encará-la, ela começou a andar em minha direção, comecei a rezar e pedir proteção para Deus, depois disso ela saiu e eu dormi.

Ela me disse que perguntou para as amigas dela que também chamaram a loira do banheiro e elas disseram que aconteceram a mesma coisa com elas, sempre avisei minha amiga para ela nunca mexer com o desconhecido, mas ela dizia que o sobrenatural não existia, depois dessa ela nunca mais quis invocar nenhum espirito.


Fatos Ocorridos pela Lenda da Loira do Banheiro

Tudo começou quando eu comecei a ler lendas urbanas da net e descobri a famosa lenda da loira do banheiro. Minha colega (que e a mais atentada da sala) no dia em que eu faltei resolveu fazer o tal ritual. Ela fez tudo direitinho, ficou sozinha e com a porta trancada. Não sei o que aconteceu, mas quando ela saiu de lá ela voltou alterada e as minha amigas perguntaram se tinha dado certo ela dizia: certo o que?

De repente ela começou a bater a cabeça na mesa e virar os olhos, e quando diziam algo sobre a Loira do Banheiro ela dava um troço e começava a virar os olhos e se mexer. Eu tive medo quando me falaram isso.

Elas perguntaram porque ela tava assim ontem e ela disse: "Não sei, não me lembro de nada!"

E foi o que aconteceu. Se alguém tem alguma explicação lógica ou não fale por favor que eu quero saber o que aconteceu.


Era a loira do banheiro no meu colégio?

Quando eu era pequeno sempre fui fascinado pelo sobrenatural, e um dia quando estava no intervalo da minha escola salesianas de Baturité-CE eu estava brincando com um amigo meu, até que eu e ele ouvimos gritos do segundo andar e fomos correndo para lá. Quando chegamos era incrivel, vimos muitas pessoas rodeando o banheiro e quando iamos ver o que era, vimos uma aluna correr chorando com medo e uma outra mulher já grande, na faixas de 30 anos, com o nariz sangrando com a cara toda rasgada cheia de sangue, e o mais importante ela era loira.

Depois de um tempo vimos duas freiras chegando, a loira então correu pro banheiro e entrou lá. Quando as freiras abriram a porta, mandaram aquele espírito ir em paz com Deus e ela desapareceu.

Voltamos a sala depois disso. Até hoje me lembro daquele rosto.


Loira do Banheiro

Aconteceu hoje na minha escola. Minhas amigas me contaram que elas estavam no banheiro e encontraram uma menina chamada Olívia deitada no chão. No mesmo instante viram no espelho uma imagem hipnótica com dois chifres, marcas de batons por todo o banheiro e um cabelo loira no chão.

Então, perguntaram para Olivia porque ela estava caída e ela disse que uma menina loira de vestido e sapatos brancos tinha empurrado ela. Depois disso ela não lembrava de mais nada.

Bom o fato é: quem era aquela menina de branco? A loira do banheiro ou uma garota comum?

Se vocês tiverem alguma resposta para esse fenômeno me digam por favor!!!


Filme "Catarina: A Lenda da Loira do Banheiro"

Marcos Otero dirigiu e produziu o filme "Catarina: A Lenda da Loira do Banheiro". SinopseAos 12 anos de idade, Alice (Huli Balász) sofre um trauma psicológico e anos depois, suspeita de que esse acontecimento tenha sido causado pela aparição da loira do banheiro. Decidida a ir atrás dos fatos, resolve fazer um documentário e chama seus amigos Ramon (Márcio Guimarães) e Gustavo (Vinicius Finocchio) também estudantes de cinema. Nessa busca incansável, eles acabam descobrindo pistas e fatos históricos surpreendentes da real existência de um espírito chamado Maria Augusta. Durante a invasão de uma escola em busca de provas, eles irão viver os piores dias de suas vidas.



Fontes: O-dia-a-dia
              Super Curioso
              Assombrado.com.br
              História de Guaratinguetá