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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Curiosidades - A mulher que faz a voz no Google Tradutor











A voz do Google Tradutor


Os brasileiros que usam a ferramenta de tradução gratuita do Google já contam a partir de agora com o recurso de fala em voz alta (text-to-speech). O Google expandiu o recurso que permite ao usuário ouvir como é a pronúncia correta da palavra ou texto traduzido para 27 idiomas, incluindo o português do Brasil.


Faz três décadas que ela veio de Santos para a capital paulista a fim de conquistar um lugar entre os locutores que atuam na cidade. E acabou emprestando a voz para publicidade das principais marcas do mercado. Profissional respeitada, Regina Bittar não poderia imaginar que, de uma hora para outra fosse virar a voz padrão das traduções do Google na internet. 



Regina Bittar, primeira brasileira a gravar para o programa de tradução, criado em 2010. Ela teve sua voz utilizada para trotes que ficaram famosos na internet, como o de dois adolescentes que pediram uma pizza utilizando o sistema.


– Gostei de ter virado celebridade pela minha voz. Antigamente, as vozes do rádio ficavam famosas, mas agora é um fenômeno difícil de acontecer. Além dos vídeos narrando lutas, futebol e um monte de trotes, as pessoas me pedem pra repetir nomes ou falar qualquer coisa, só pra me ouvir – conta ela.

Regina diz que descobriu por acaso que era sua a voz do tradutor. Como trabalhava com o locução para uma empresa que prestava serviços à gigante da tecnologia, não tinha ideia onde algumas de suas gravações iriam parar. Até que, conta, ficou com dúvida sobre a pronúncia de uma palavra e jogou no tradutor online. Hoje, além dos trabalhos como mestre de cerimônias e locução de propagandas, migrou a voz para o iPhone.



Jô Soares entrevista a dona da voz do Google Tradutor (Regina Bittar)

– Quando saí do Google, minha voz já estava no iPhone, como a voz Luciana, uma das opções do celular. Quem me avisou foi um grupo de deficientes visuais que usa o sistema de reconhecimento.

Os ouvidos mais atentos já devem ter reparado que a tradicional voz brasileira dos produtos do Google mudou. Devido à criação do Google Now, assistente pessoal inteligente para smartphones, a empresa americana precisou se atualizar. E (leia com a voz do Google) A GRAN-DE NO-VI-DA-DE É: a escolhida para a tarefa foi uma gaúcha de Estância Velha, cidade da região metropolitana de Porto Alegre.

Quem tem um smartphone com sistema Android atualizado pode perguntar ao próprio telefone a previsão do tempo, os resultados de jogos de futebol, significados de palavras, ou qualquer dúvida que normalmente seria direcionada ao buscador – e ouvir a resposta em português. O aplicativo já funcionava com reconhecimento de voz e respostas em outros seis idiomas.

O Google procurava uma voz jovem e tinha pressa em encontrá-la antes da Copa do Mundo. Por exigência de um contrato de confidencialidade, a moça de 27 anos não pode ter sua identidade revelada, mas a história é a seguinte: em 2011, ela foi morar em Londres, na Inglaterra, e, dois anos depois da mudança, precisando de uma grana, se candidatou para um trabalho de locução. Não tinha nem ideia do que se tratava (e os outros 82 canditados à vaga não sabem até hoje). Quando passou no teste, descobriu que seria a segunda voz brasileira a gravar para a empresa.

Ela esperava que sua voz fosse parar apenas no não-tão-conhecido Google Now, mas se surpreendeu quando se ouviu no sistema de mapas e no tradutor. Todos os softwares da multinacional de serviços online foram atualizados e, junto com eles, as vozes. Foi só os amigos ficarem sabendo para as brincadeiras começarem:

– Agora até parou. Mas no começo teve bastante brincadeira, sacanagem. Me ligavam e, em vez de falar, colocavam o tradutor. Gravavam na internet e me mandavam por WhatsApp, ou então ficavam pedindo pra eu fazer a voz.

Agora, ao conversar com as pessoas de Estância Velha ou Porto Alegre, onde a atual voz do Google trabalha como produtora em uma gravadora, preste bem atenção para ver se o timbre não é familiar. E, se ao ouvir o tradutor ou a ajuda dos mapas ficar com saudades, não se preocupe: Regina não se aposentou, apenas mudou de sistema.


Gostaram? 

Em Reações vocês podem escolher entre:

Engraçado, Interessante e/ou Legal.

É só marcar sua opinião, pode marcar uma, duas as três ou nenhuma, a decisão é totalmente sua. 

Fiquem a vontade para me seguir, se inscrever no site (vou adorar), compartilhar (também vou gostar muito) e fazer seus comentários!!! Podem dar sugestões que serão muito bem vindas! Valeu Galera!!!

Fonte: 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Como Surgiu O Mito da Sexta-Feira 13





Como Surgiu O Mito da Sexta-Feira 13,
Boneca Que Chora Sangue, Artigo Sombrio e Real - Uma noite de Puro Terror. 

Visitem:

http://aminoapps.com/page/underthebed-terror/5144283/curiomystery 

Amino Apps

Contos de Terror.









Boneca Que Chora Sangue 

Todos os anos eu passava as férias de julho na fazenda dos meus tios no interior do Rio de Janeiro. Os fatos que vou contar aconteceram em 1989 quando eu tinha 17 anos e de aí em diante mudaram minha fé e concepção do mundo.

Eu, meu tio e dois primos estavam jogando baralho enquanto esperava minha tia terminar o jantar. A fazenda era muito antiga e já estava com minha família a varias gerações, infelizmente nessa época ainda não havia eletricidade no campo e os geradores eram muito caros para meu tio, então era tudo iluminado na vela e lampião, o que dava um aspecto tenebroso ao lugar. Chovia muito forte nesse dia e os cachorros estavam dentro da casa mas mesmo assim estavam muito inquietos.

“Eu não gosto quando eles estão assim, sempre acontece algo estranho.” – disse meu tio apontando os cachorros.
E os quatro riram do comentário que ao momento pareceu engraçado. Ainda estávamos rindo quando ouvimos alguém bater forte na porta. Todos nós pulamos de susto e meu tio foi atender a porta seguido de minha tia que veio rápido da cozinha ver quem era a visita inesperada. Quando meu tio abriu a porta vimos um homem que estava todo molhado da chuva. Eu sabia que não era conhecido pois eu conhecia todos os vizinhos da redondeza.

“Eu capotei meu carro ali na estrada, preciso de ajuda pois minha mulher esta machucada e precisa de cuidados médicos, eu vi sua casa da estrada e.” – disse o homem sem fôlego até ser interrompido por meu tio.

“Não precisa explicar mais.” – disse meu tio pegando a chaves da camioneta e saindo.
Sem perguntar nada eu entrei com eles no veículo e partimos. Em um minuto já estávamos onde o carro se encontrava. Eu e meu tio corremos para o carro, o homem ficou lá dentro do carro, paralisado, olhando na direção do carro e chorando quieto. Eu e meu tio agachamos para ver a situação da mulher dele e para nosso choque ali estava o homem que bateu na porta da fazenda, todo ensangüentado. Sua mulher não estava diferente. Eu fiquei com medo mas meu tio me olhou e disse:
“Rápido temos que levar os dois para o hospital.” – Disse ele ignorando o fato sinistro e forçando a porta para abrir.

Tiramos os dois do carro e os levamos para o hospital, o homem, como eu e meu tio sabíamos já estava morto a mulher estava com ferimentos graves mas sobreviveu. Algumas horas depois saímos do hospital e fomos de volta para a fazenda. Quando chegamos contamos a historia para meus primos e minha tia, eles ficaram morrendo de medo. Terminei de contar a história e alguém bateu na porta, meus primos correram para o quarto de medo e meu tio abriu a porta só que desta vez não tinha ninguém.




Créditos para : Paulo Henrique.




*  *  *



Artigo Sombrio e Real.

 

 

Uma noite de Puro Terror.  

 

Meu nome é Karen. Tenho uma prima chamada Mariana, ela é evangélica e eu sou católica. Certo dia, todos da nossa família nos reunimos para uma ceia. Como a casa não é muito grande tivemos que dormir na casa do meu tio.

Mariana Silvia e eu fomos dormir no quarto do meu tio que fica perto de uma janela enorme e uma escada, como não tinha nada para fazer resolvemos pegar alguns livros para ler, ficamos lendo até uma 2:50h da madrugada, então resolvemos dormir.

A nossa prima Silvia já tinha dormido e só ficamos nós duas acordadas, quando deu 3 horas e começamos a ouvir passos na escada e vozes se aproximando, ficamos morrendo de medo, e começamos a orar.

Quanto mais orávamos mais vozes apareciam …

Começamos a chorar, do nada sentimos uma mão nas nossas costas, e ficamos paralisadas não conseguíamos nos mover, o medo tomava conta dos nossos corpos.

Então a mão foi se aproximando cada vez mais e mais, quando olhamos para trás vimos uma mulher toda de branco, com o nariz sangrando … Então começamos a gritar e chorar … E ela chegou bem perto e disse “Vocês nunca estão sozinhas" e de repente pegamos no sono, quando acordamos nós fomos descendo as escadas calmamente e morrendo de medo, do nada nós nos deparamos com uma mancha enorme de SANGUE na parede.

Subimos as escadas correndo, quando nós entramos no quarto, novamente aparece a tal mulher que dizia

- Não importa onde quer que vocês estejam, SEMPRE estarei com vocês.

Já estou com 16 anos, e a tal mulher continua aparecendo para mim e para a Mariana.

Então cuidado leitores, ela pode estar atrás de vocês nesse exato momento!

Créditos para : Kaaren Noemia.



Lendas Urbanas





SEXTA-FEIRA 13, A Origem do Mito


As pessoas mais supersticiosas evitam sair de casa, fechar negócios ou tomar
qualquer decisão importante em sextas-feiras 13. De onde será que vem esse medo generalizado dessa data?
A sexta-feira 13 é apontada como um dia de infortúnio e má sorte. Diversas lendas e crendices rondam essa data e assombram as pessoas que acreditam em destino e pressentimentos.
A origem da Sexta-feira 13 pode estar relacionada à Bíblia. A informação é de que Jesus Cristo teria sido crucificado numa sexta-feira, depois de ter celebrado a ceia com treze pessoas.

Ainda que não haja provas, há indícios também de que a crucificação teria acontecido em uma sexta-feira 13. Mas há outras possíveis versões.
Uma outra explicação diz que o rei Felipe IV da França se sentia ameaçado pelo poder da Igreja, e para mudar a situação, ele teria tentado se filiar à ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, mas sua entrada teria sido negada. Depois disso, ele passou a perseguir os templários numa sexta-feira, dia 13 de outubro de 1307.
Existem várias outras explicações sobre a origem da sexta-feira 13. É difícil saber qual é a correta, ou se todas estão corretas. A única coisa que sabemos é que essa data permanece relacionada a maldições e assombrações.
Para aliviar a situação, os princípios da numerologia apontam o número treze como um forte indício de boa sorte. 

Agora é você quem deve decidir se o 13 é sinal de sorte ou de azar! (Deixe seus comentários).


Por que a sexta-feira 13 é considerada o dia do azar?
Tudo indica que essa crendice vem de duas lendas da mitologia nórdica. 

De acordo com a primeira delas, houve, no Valhalla – a morada celestial das divindades -, um banquete para 12 convidados. 




Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma
briga em que morreu Balder, o favorito dos deuses. Instituiu-se, então, a superstição de que convidar 13 pessoas para jantar era desgraça na certa e esse número ficou marcado como símbolo do azar. 

A segunda lenda é protagonizada pela deusa do amor e da beleza, Friga, cujo nome deu origem às palavras friadagr e friday, “sexta-feira” em escandinavo e inglês. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a personagem foi transformada em uma bruxa exilada no alto de uma montanha.

Para se vingar, Friga passou a reunir-se, todas as sextas-feiras, com outras 11 feiticeiras, mais o próprio Satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade.

Por que o gato preto é considerado mau agouro?
A superstição teve origem na Idade Média, quando se acreditava que os felinos, devido a seus hábitos noturnos, tinham parte com o demônio – e se o bichano era da cor negra, habitualmente associada às trevas, pior ainda para ele. Assim, no imaginário medieval, o gato preto tornou-se tão inseparável da mítica figura da feiticeira quanto a vassoura voadora. No século XV, o papa Inocêncio VIII (1432-1492) chegou a incluir o pobre animal em sua lista de perseguidos pela Inquisição, campanha assassina da Igreja católica contra supostas heresias e bruxarias. 

A perseguição atingiu seu auge na Inglaterra do século XVI, época de repentino aumento da população felina nas cidades. Consta que, em certa noite de 1560, em Lincolnshire, um gato preto foi ferido a pedradas. 

Encurralado, ele refugiou-se na casa de uma velhinha que costumava dar abrigo a gatos de rua. No dia seguinte, essa pessoa também apareceu machucada – o que fez o povo local concluir que ela era uma bruxa e o gato, seu disfarce noturno.

Nessa tentativa de combater o paganismo, a Inquisição inverteu uma tradição milenar, pois os gatos eram reverenciados como divindades, principalmente entre os antigos egípcios. Na França, a perseguição aos gatos durou até 1630, quando foi proibida pelo rei Luís XIII (1601-1643). Há, no entanto, uma pesquisa do Hospital de Long Island, nos Estados Unidos, que indica que, pelo menos para pessoas alérgicas, o contato com um gato preto pode ter péssimos efeitos. Isso porque os pêlos felinos dessa cor conteriam uma maior quantidade de substâncias alergênicas.


Como surgiu a superstição de que quebrar espelho dá sete anos de azar?

A mitologia e o folclore estão repletos de histórias sobre as propriedades
sobrenaturais do reflexo, fornecendo algumas pistas para a origem dessa superstição. O exemplo mais famoso é o mito da Grécia antiga sobre Narciso, que se apaixonou pela própria imagem refletida num lago, mas morreu de inanição ao passar o resto da vida tentando acariciá-la. “Essa história mostra que a beleza, assim como o reflexo, é efêmera e transitória. 

A quebra da imagem representa simbolicamente a própria morte”, diz o helenista Antônio Medina Rodrigues, da USP. Também na Grécia antiga um método de adivinhação chamado catoptromancia deu outro impulso importante à superstição.

Provável precursor da bola de cristal, o método consistia em usar um copo raso ou uma tigela de louça com água para refletir a imagem da pessoa que queria saber de sua sorte. Se durante a sessão o recipiente caísse e quebrasse, significava que a pessoa iria morrer ou os dias vindouros seriam catastróficos.

Os romanos adotaram esse costume de adivinhação grega, acrescentando que a má sorte se estenderia por sete anos, tempo que acreditavam levar para se iniciar um novo ciclo de vida do ser humano. 

O pânico diante da possibilidade de que o reflexo fosse quebrado existia porque a imagem refletida era tida como a própria alma da pessoa. Esse tipo de interpretação explica o aparecimento de outras lendas posteriores, como a de que os vampiros não aparecem no espelho – justamente por não terem alma. Quando surgiram os primeiros espelhos de vidro, no século 16, na cidade de Veneza, na Itália, a superstição passou a ter também uma grande utilidade econômica. 

Como os espelhos custavam caro, os serviçais que os limpavam eram advertidos de que quebrá-los traria muito azar. Essa superstição se tornou tão popular no mundo inteiro que até um antídoto para ela acabou sendo inventado. Quem der o azar de quebrar um espelho, precisa moer os cacos até eliminar qualquer reflexo, ou então enterrá-los no chão. Simples, não?

Por que a ferradura é símbolo de boa sorte?
Há registros de que esse objeto já era considerado um amuleto poderoso desde a Grécia antiga. Primeiro, porque era feito de ferro, elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal. Além disso, seu formato lembrava a Lua Crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade. Os romanos, herdeiros de boa parte das tradições gregas, adotaram também essa superstição e a passaram adiante. 

Os cristãos europeus, por sua vez, creditam sua origem a São Dunstan de Canterbury (924-988), monge e arcebispo inglês conhecido como grande estudioso da metalurgia, tendo aperfeiçoado as técnicas de fabricação de sinos – além de ser músico e pintor. Segundo a lenda, Dunstan teria colocado ferraduras no próprio demônio e somente as retirou depois de ouvir a promessa do capeta de que nunca mais se aproximaria do objeto.
A tradição manda colocar a ferradura no alto da porta, com as pontas viradas para cima, se não a sorte vai embora. Mas há países, como a Espanha, em que acredita-se que a ferradura deve apontar para baixo, para que a sorte se espalhe por toda a casa.

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Fontes: Site de Curiosidades
             Revista Super Interessante
              

Agradecimentos a galera do Terror Amino, Terror Under The Bed e a Galera do Google +