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domingo, 22 de janeiro de 2017

SextaSombria em: Aswang, Lenda Filipina

 









Sexta Sombria em:
Aswang,  A Misteriosa Morte de Fernanda Vogel e O Livro dos Espíritos.


 Visitem:





Amino AppsAMINO Terror Under The Bed

Contos de Terror.






O Livro Dos Espíritos⚖


Sempre tenho a sensação que nunca estou sozinho, mesmo quando estou em casa "sozinho", assistindo um filme, no vídeo game. Até durante o dia, vejo sombras no corredor, mas acho que são apenas as plantas da vizinha se mexendo com o vento. Acho...
Mas a história que vou relatar, não foi uma simples sombra que eu vi. Foi algo um pouco pior.

Estava voltando do curso a noite, por volta de 23h30min. Vou de metro, e depois pego lotação da estação até a esquina da minha casa. Do ponto até em casa, levo menos de 5 minutos. Mas hoje eu digo que foram os 5 minutos mais terríveis da minha vida, desejaria que nunca tivesse visto aquela imagem. Depois que desço da lotação, vou caminhando pela calçada para chegar à esquina e assim subir a rua da minha casa. Nesse percurso, passo ao lado de uma escola. É um terreno grande, mas o prédio da escola não é construído na totalidade do terreno. Tem uma parte com mato e arvores. Essa hora da noite, o prédio está vazio. Ou deveria estar...

Ao passar ao lado da escola, infelizmente criei o hábito de olhar as janelas das salas e imaginar como deve ser uma escola a noite. Mas em uma bela noite, olho pra janela e vejo uma menina bonita, traços orientais e um cabelo bem preto e comprido. Percebi que ela também me viu. Eu estava tão cansado da aula que nem liguei que era estranho àquela hora da noite ter alguém em uma escola fechada. Quando cheguei em casa, deixei minhas coisas no quarto e fui tomar banho. Durante o banho, não faço a menor ideia do motivo que me levou a isso, mas fiquei lembrando de filmes de espíritos, quando a pessoa está tomando banho e aparece o infeliz. 

Nesse momento, tive a impressão de ter ouvido um choro. Mas como a janela do banheiro ficava próximo a casa da vizinha, achei que tinha vindo de lá. Tomei meu banho, e fui comer alguma coisa. Fiz um lanche básico, com um copo de suco. Sentei a mesa e liguei a TV. Estava passando um filme sobre espíritos. Terminei de comer, escovei os dentes e fui dormir. Quando me deitei na cama, tive a sensação de peso, como se estivesse carregando peso, ou quando alguém deita em cima de mim. Mas como estava muito cansado, dormi logo.

No dia seguinte, soube que a escola tinha sido invadida naquela madruga, na hora lembrei-me da menina que eu vi. Fizeram uma zona no prédio, jogaram as carteiras longe, derrubaram todos os livros, aquela zona de adolescente. Mas fiquei pensando, como uma menina tão bonita e jovem como aquela, faria isso. Logico que não estava sozinha. Pensei comigo mesmo: "Esse mundo está perdido mesmo, depois quero ver essa molecada reclamar que não tem nada na escola, que a escola é isso, escola é aquilo..." Enfim, mas ouvindo os boatos dos vizinhos, falaram que não roubaram nada. Eu tenho um colega chamado Sandro, que trabalha na escola e ele tem acesso aos vídeos das câmeras de segurança de lá. Conversei com ele se tinha visto algo e ele me chamou pra ver algumas imagens que ele pegou das câmeras pra me mostrar. Fomos a casa dele, e no seu notebook, ele colocou o dvd das gravações. 

A escola fecha as 19h, então a partir dessa hora, não ouve nada de estranho. Quando o vídeo chegou no horário de gravação de 23h30min aproximadamente, que as câmeras captaram alguma coisa. Deu pra ver a imagem de uma menina, jovem, aproximadamente 16 anos, cabelos negro e bem comprido e preto... Falei para Sandro, que eu tinha visto ela pela janela quando desci da lotação. Mas umas coisas intrigaram a nós dois. A primeira delas não dava pra ver exatamente seu rosto. 

A câmera desfocava exatamente no rosto dela. Outra coisa que nos intrigou, foi ela ter feito àquela bagunça inteira, SOZINHA, isso mesmo. As câmeras não captaram mais ninguém, somente essa garota. E porque ela teria feito isso? Continuamos assistindo as imagens e ai vem uma das cenas que deixou os dois com muito medo. Naquela escola, existem câmeras dentro das salas de aula, dentro da biblioteca e corredores. Ele me explicou que os livros que foram jogados no chão, eram da biblioteca e as carteiras que foram reviradas de apenas uma sala de aula específica.

Depois de assistir tantos filmes, ler livros, assistir animes sobre esse assunto, ficamos curiosos e resolvemos investigar a sala do ocorrido. Sandro conseguiu ter acesso aos arquivos dos alunos da escola. Aquela sala sempre foi de ensino médio, então começamos a consultar os arquivos da escola para descobrir se tinha algo relacionado. A escola era muito antiga, então teve muitos alunos. Consequentemente, levamos certo tempo nessa procura. Achei os documentos de 3 alunas orientais do ensino médio. Mas uma nos chamou a atenção. Nunca vou esquecer seu nome. 

Lia Sadako Yamamura. Ela estudava naquela sala e lembrava muito a menina das imagens das câmeras. Era uma adolescente muito bonita, de cabelos grandes e negros. Tinha boas notas e nenhuma reclamação anotada.

Como estava ficando tarde e a escola já ia fechar, fomos embora. Mas antes de sair, conversamos com o diretor, e enchemos o saco dele para deixar agente ficar com uma copia da ficha daquela aluna. Claro que o diretor não deixou, mas antes de pedir, tiramos uma cópia escondida. 

Fui para minha casa e Sandro foi para casa dele. Mas continuamos nossa investigação, nos comunicando pela internet. Enquanto Sandro estava onde ela morava, eu tentava descobrir alguma noticia de morte ou desaparecimento de alguma aluna daquela escola. Olhando na internet, achei em um site de pessoas desaparecidas. Segundo informações, ela estava desaparecida há alguns dias, foi para a escola, mas não retornou. Sandro verificou a ficha da escola e eu o endereço onde ela morava. 

Pedi para ele me passar para que eu pudesse ir até lá. Sandro começou a me questionar se deveríamos mesmo continuar com essa investigação, afinal, não éramos da policia nem nada da garota. Mas eu estava muito curioso para saber toda a verdade, então fui até a residência de Lia mesmo assim. 

Por sorte era na mesma rua da escola. Uma casa humilde e com muitos traços orientais na sua estrutura e seu interior. Toquei a campainha e apareceu uma senhora. Falei que era colega de Lia e queria algumas informações sobre o desaparecimento. A senhora me convidou para entrar. Disse que era mãe de Lia, se chamava Yoko.

Yoko disse que ela desapareceu, foi para escola e não voltou mais, não ligou, não deu nenhum sinal de vida. Yoko disse que chegou a ligar para algumas amigas dela, mas nenhuma delas sabe ou teve notícias de Lia. Perguntei se Lia já tinha sumido assim, mas recebi uma resposta negativa: "Nunca, Lia sempre foi atenciosa, carinhosa e gentil. Se ela demorasse 1 minuto pra chegar em casa, ela ligava e avisava." Falou que Lia era uma adolescente alegre, adorava estudar. 

Contou que Lia sonhava em ser modelo e que começaria um curso ainda esse ano. Perguntei sobre o dia que ela desapareceu e ela me disse que na mesma semana, seu comportamento mudou. Ela estava quietinha, não queria sair, mesmo com seu aniversário chegando. Pedi para ir ao quarto de Lia e sua mãe deixou. Seu quarto era típico de uma adolescente de sua idade. Cd´s, ursinhos de pelúcia, livros, fotos com as amigas, etc... Mas uma coisa me chamou a atenção, era um livro em sua estante.

Tinha uma capa escura, de couro e um desenho estranho em traços dourado em sua lateral. Como queria ler seu conteúdo, saber que livro era aquele, pedi para sua mãe pegar um copo de água para mim (apenas para disfarçar, queria mesmo era ver aquele livro). Quando ela saiu, peguei o livro e percebi que era um livro antigo, não dava para ler seu título, pois as letras já tinham descascados. Mas tinha um desenho logo abaixo do nome, que mesmo descascado, deu para reconhecer o que era: Imagem de um pentagrama

O que será que uma adolescente fazia com um livro com esse símbolo? Ao abrir, tinha um recado escrito com letras bem garranchosas: "Siga tudo, passo a passo, ou o ritual não funcionará." E com outra letra, bem diferente dessa, mas também bem feia tinha um nome: "Roger Silva".

Ouvi passos e percebi que era a mãe de Lia que voltava, escondi o livro na cintura da calça. Queria muito ler seu conteúdo e descobrir quem era esse tal Roger. Bebi a água e me despedi da pobre moça.

Sai da casa e virei à esquina, assim que dei mais alguns passos, liguei para Sandro e falei sobre o livro. Ele pediu para eu ir à sua casa para verificarmos. Quando ele viu a letra do recado na contracapa, ele reconheceu a letra e o nome. Era do faxineiro da escola, e seu 
nome era Roger.

Dessa vez, eu que comecei a pensar se deveria mesmo continuar essa investigação, afinal, não era mesmo da polícia nem era parente nem nada da adolescente. Sandro disse que ia conversar com esse Roger. Peguei o livro e fui para minha casa, para lê-lo com mais calma e entender o que aconteceu. Era noite já quando comecei a ler o tal livro. Falava muitas coisas sobre rituais satânicos, espíritos e coisas do gênero. Uma das passagens do livro me intrigou. 

Falava de uma certa forma de invocar espíritos malignos. Era um texto pequeno, mas muito assustador. Nele, a pessoa tinha que matar 15 pessoas, mas cada uma de um jeito em específico. Uma pessoa tinha que morrer afogada em uma lagoa no inverno, outra pessoa deve sofrer um "acidente" de carro. Uma pessoa tinha que ter 34 anos e ser loiro. Cada um com seus detalhes descritos. Mas as três ultimas me deixaram com medo. "A 13ª morte tinha que ser uma criança de 16 anos, oriental, e deveria ser estuprada e ter seu corpo queimado. A 14ª morte tinha que ser um rapaz jovem, forte e matá-lo a golpes de facão". Quando li essas duas mortes, comecei a ligar as coisas. O tal Roger, estava tentando invocar o algum espírito maligno e estava próximo de conseguir. 

Quando lembrei que Sandro disse que iria até sua casa para conversar com ele, fiquei desesperado. Peguei meu celular e tentei ligar pra ele. Caixa postal... Fui até a casa de Roger, toquei a campainha e nada. Gritei seu nome e nada. Quando na casa vizinha, aparece uma senhora na janela e diz: "Ele saiu tem pouco tempo. Parecia que ia viajar, jogou umas malas no carro e saiu." Perguntei: "Tinha mais alguém com ele?" ela respondeu: "Eu reparei que chegou um rapaz ai por volta de 1 hora atrás. Mas não vi o saindo não. E olha que fiquei o tempo todo olhando a rua."

Comecei a ficar com mais medo, liguei mais uma vez para o celular do meu amigo e mais uma vez, caixa postal. Gritei seu nome e nenhum sinal. Desesperado, pulei o portão e fui em direção à porta. Bati e ninguém respondeu. Gritei mais uma vez e nada. Tentei abrir a porta e ela estava aberta. Abri devagar, com medo de estava por vir. Quando entrei, me deparei com a cena que não queria ver. Meu amigo estava jogado no chão, sem vida. Ele foi brutalmente assassinado. Havia sangue por todos os lados. Entrei em desespero não sabia o que fazer. Peguei o celular para avisar a policia, mas quando apertei o primeiro numero, vi que parou um carro na frente da casa. Um homem desceu. Era alto e porte atlético, cabelos grisalhos, barba por fazer. Ele veio em direção a casa. Quando a vizinha o chama: "Senhor Roger, teve um rapaz aqui procurando o senhor tem poucos minutos." Ele responde: "Vai dormir, velha fofoqueira. Fica o dia inteiro nessa janela e não faz porra nenhuma da vida." Ele voltou a caminhar em direção a casa. Olhei para os lados ainda meio atordoado com a cena, e fui me esconder atrás do sofá. Ele entrou na casa e reclamava consigo mesmo: "Cacete, onde deixei o livro? Falta apenas uma morte. Preciso ver se tem mais alguma coisa depois da ultima morte. Aquela vagabundinha que matei semana passada mexeu nas minhas coisas na escola. Será que ela o pegou? Esse cara aqui devia saber alguma coisa. Ele e aquele amigo curioso. Ele será a ultima pessoa que vou matar, depois disso, meu ritual estará completo."
Ao ouvir isso, senti meu coração parar de bater, um gelo na espinha... Roger saiu da casa, ouvi o barulho da porta do carro batendo e o carro saindo em disparada. Pensei: "Meu Deus, isso não pode ser verdade, porque eu tive que me meter nessa historia." Esperei um tempo e sai da casa. Fui embora correndo, com medo daquele maníaco voltar. Cheguei em casa e minha mãe vem ao meu encontro e diz: "Filho, a mãe do Sandro ligou e perguntou dele. Você sabe alguma coisa?" Com medo da reação de minha mãe, não falei nada, apenas disse que não sabia de nada. Voltei para meu quarto e não parava de pensar em tudo o que tinha acontecido. Sandro estava morto, brutalmente assassinado e eu era o próximo. Fui ler como seria a próxima morte. "15ª morte: a vítima terá que ser assassinada no dia 15 de outubro." Fiquei com mais medo ainda, hoje é dia 14 de outubro...
Estava desesperado, mas acabei cochilando. Acordei com um barulho imenso em minha casa. Alguma coisa caindo no chão, algo pesado. Abro a porta do meu quarto devagar e ouço passos na sala. Já comecei a pensar no pior. Roger descobriu onde eu moro e veio aqui me matar. Ouço a porta do quarto de minha mãe abrindo e ela chama: "Filho, é você? 

O que você derrubou?

Mas o pior estava para acontecer. Minha mãe vai andando pelo corredor e de repente grita bem alto. Ocorre um barulho de algo batendo, ela grita e cai no chão. Alguém matou minha mãe. Continuo ouvindo passos, mas dessa vez, como se eles estivessem vindo em direção ao meu quarto. Deitei correndo em minha cama, e peguei debaixo do meu travesseiro, um canivete que comprei em uma viagem havia uns dois anos. 

Abri a faca do canivete e escondi debaixo da coberta. Em milésimos de segundo, comecei a pensar na minha morte, como seria, se iria doer, se eu não ia sentir, se eu veria alguém do outro lado. Os passos chegaram em frente a porta do meu quarto e pararam. Fingi que estava dormindo, então ouço a porta do meu quarto abrindo bem devagarinho. Os passos agora mais suaves, mas igualmente pesados, vinham mais devagar em direção a mim. Mas se fosse mesmo Roger, ele só poderia me matar amanha. Mas não tinha percebido que já se passavam da meia noite. 

Quando senti que Roger se aproximou, não pensei duas vezes, avancei em direção ao seu pescoço, como uma fera selvagem e com o canivete na mão, fiz um corte de orelha a orelha em seu pescoço. Roger cambaleou alguns passos para trás e caiu, agonizando no chão. Em seus últimos sinais de vida, Roger desenhou um estranho símbolo no chão com seu sangue. Era igual ao símbolo da capa do livro. 

Quando ele terminou, seu braço tombou de lado, já sem vida. Poucos segundos depois, quando achei que tudo tinha acabado, o pior aconteceu. O símbolo que Roger desenhou no chão, não era um símbolo qualquer. Após alguns segundos de seu falecimento, o símbolo que ele desenhou, começou a brilhar bem forte. De repente essa luz vem em minha direção e me atinge, jogando meu corpo contra a parede e me fazendo cair na cama...

Duas semanas depois, enquanto passava O jornal Nacional, vem a noticia: Jovem de apenas 23 anos, mata a mãe e o amigo e desaparece. A polícia suspeita que ele usava drogas e participava de rituais de magia negra, pois em seu quarto foi encontrado um livro que ensinava como evocar espíritos. Até agora ninguém tem notícias do rapaz, a única pista que a policia tem, é o tal livro. Nossa repórter conseguiu com exclusividade, entrar no local onde ocorreram os assassinatos.

A repórter começou a mostrar o quarto onde ocorreram os assassinatos, e a câmera foca exatamente o livro citado na chamada da notícia. O livro estava no chão, aberto em uma pagina que estava escrito: "Após a morte da ultima vítima, o espíritos malígno possuirá o corpo do assassino."
Até hoje a ninguém sabe o que aconteceu com o jovem rapaz...


 *  *  *


Artigo Sombrio e Real

 

 







 

 

 

A Misteriosa Morte de Fernanda Vogel



Muitos mistérios rondam a morte da modelo Fernanda Vogel, à época
namorada de João Paulo Diniz, herdeiro do grupo Pão de Açúcar.


Em 27 de julho de 2001, numa viagem para comemorar dois meses de namoro, o helicóptero que levava o casal, o piloto e o co-piloto, caiu no mar enquanto seguia para Maresias, litoral paulista. João Paulo e o co-piloto conseguiram nadar até a praia, enquanto a modelo e o piloto morreram no acidente.

Depois da tragédia, alguns sinais levantaram suspeitas de que a própria modelo tinha previsto sua morte -- começando com a coincidência mórbida do último comercial gravado por ela mostrar Fernanda entrando no mar e lentamente desaparecendo.

Um amigo de Fernanda também sonhou com a modelo, que aparecia envolta em luz e pedia a ele para tranquilizar sua família, avisando que seu corpo seria encontrado no dia 3 de agosto -- como de fato foi.

Depois do acidente, a mãe de Fernanda buscava lembranças da filha quando se deparou com um desenho feito por ela de uma sereia em uma noite de chuva no mar. O desenho era datado de 27/12/2000, exatamente sete meses antes do acidente.
 

*  *  *

 

Lendas Urbanas


  





Anwang



 Aswang é um ghoul vampiresc do Folclore Filipino. Predominante na maioria das historias e mitos da região desde a colonização espanhola.

A criatura tem a habilidade de separar a metade superior de seu corpo da inferior, adquirindo linda donzela durante o dia, que pode se transformar, à noite, num assustador pássaro emplumado. É uma criatura de extremo mal algoro. Acredita-se que uma pessoa que tem a sombra lambida pela Aswang está com os seus dias contados.

O nome aswang significa praticamente ‘cachorro macabro’ devido a sua aparência que em algumas regiões é tida como a combinação de um lobisomem com um vampiro. Algumas vezes essa criatura é confundida com os Carniçais (Ghouls), principalmente quando se alimenta de cadáveres o substituindo depois por troncos de bananeira.

A aparência de um Aswang tem uma grande variedade de acordo com muitas historias, o que se teve uma conclusão que ele pode ser uma criatura mutante, capaz de assumir outras formas como alguns animais, entre eles um pato, um gato ou um morcego gigante, um javali, e na maioria das vezes, um cachorro.         



Alguns contos revelam que os Aswangs podem assumir a forma humana, vivendo em uma cidade, disfarçado entre os humanos locais, sendo mais silencioso e misterioso que o comum, e espera anoitecer para tomar sua forma original, um monstro horrível de língua comprida que é usada para perfurar carne como um tubo, tem focinho de morcego e uma cabeça parecida com a de um cachorro feroz, sua pele é cinzenta e escura, olhos brilhantes prateados , possuem garras perfurantes como agulhas e suas vértebras traseiras parecem aumentar como uma crista quando está em sua forma original.


Aswangs gostam de comer fetos e crianças pequenas, se alimentam também principalmente do liquido amniótico presente na placenta da mãe, o que diz a lenda que o liquido é sagrado, capaz de garantir juventude e formosura para o Aswang. Para isso, usam sua língua para perfurar a barriga de mulheres grávidas, extraindo às vezes alem do liquido, o feto.

Alguns Aswangs são tão finos que conseguem se esconder atrás de pequenas árvores e até mesmo postes. São rápidos, silenciosos e grandes escaladores de árvores. Eles também podem substituir suas vitimas por cadáveres ou pedaços de arvores ou outros materiais vegetais.
Após se alimentar, a Aswang fica com o aspecto de uma mulher grávida, devido ao acúmulo de sangue na sua barriga. Ele ataca preferencialmente meninos, caminhantes solitários e mendigos, mas acredita-se que possam atacar inclusive fetos ainda na barriga na mãe.

Um fato assustador que pode explicar a reprodução dos Aswangs é que certa vez, um deles se casou com uma humana, e depois da relação sexual, sua companheira também se tornou um Aswang, mas raramente se reproduzem, pois a lenda diz que após engravidar a esposa, o pai Aswang pode chegar a morte. O casal de Aswang caça a noite, mas em direções diferentes, para não compartilhar a refeição.

Como eliminá-lo?

Os filipinos costumam utilizar armas metálicas, o grande ponto fraco desta criatura.

Podemos conhecer melhor o Aswang no filme homônimo de 1994 ou na série de TV Grimm.



Fontes:   Conto de Guilherme Julio Borges da Silva;
                 Jornal O Globo ;
                  BuzzFeed.com;
                  Erik Farias (Mistérios Fantásticos);
                  Robert (Aplicativo Amino Terror Under The Bed).
 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Sexta Sombria em - A Virgem do Poço













A Virgem do Poço,
O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos,
A Condessa de Sangue.

Fala galera Terror na Veia, essa Semana, primeira Sexta Sombria do Ano, desejo a todos um Ano Novo Maravilhoso !!!

Mantendo o formato que adotado onde primeiro falamos de um dos contos que publiquei na comunidade Terror Amino – Terror Under The Bed!!! Eu venho escolhendo o conto mais votado por toda galera de lá e essa semana o mais votado foi O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos.
Podem acessar o link diretamente aqui se quiserem e baixar o aplicativo também.

Contos de Terror.




O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos


O conto a seguir é um relato sobrenatural, que segundo seu autor, realmente ocorreu.

Essa é a história do Tião Sanfoneiro. Tião tocava sanfona como ninguém capaz de embalar as pessoas durante a noite inteira em qualquer baile de sua região.

Além de ser bom no instrumento, Tião também era ótimo para prosas durante as noites em torno da fogueira. Foi em uma delas que ele nos contou sobre sua curiosa aventura sobrenatural.

Ao ser questionado sobre o motivo de sua orelha esquerda ter aquela deformidade, como se tivesse um pedaço da ponta superior arrancada, Tião contou que quando era mais novo costumava treinar as modas da sanfona tocando em um cemitério próximo a sua casa.

Fonte: amandaduarteb.files.wordpress.com
Ele ficava horas tocando até que após alguns meses aprendeu a tocar bem e decidiu não ir mais treinar no cemitério, pois estava pronto para se apresentar em alguns bailes. E assim o fez.

Passada algumas noites Tião passou a ter aterrorizantes pesadelos! Ele sonhava com uma voz grotesca que dizia:

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente?

Ele acordava assustado e com o corpo todo suado.

Na noite seguinte ocorreu o mesmo sonho com a mesma voz...

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente?

Depois de uma semana, já com medo da hora de ir dormir, Tião teve um sonho diferente! Mais amedrontador ainda. Nele Tião, além de ouvir a voz, ainda pode ver o dono dela. Era um espírito, um fantasma que vestia uma farda antiga de um exército qualquer e aparecia no meio da escuridão o chamando incansavelmente:

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente? Estamos sentindo a sua falta no cemitério...

Tião acordou assustado, corpo suado e tremendo de medo. Agora sabia o que estava acontecendo: as almas penadas queriam que ele fosse tocar novamente no cemitério. Inconformado ele disse para si mesmo que não voltaria a tocar naquele lugar.

Porém os pesadelos continuavam cada vez mais fortes. Logo após dormir ele ouvia te a voz lhe chamando até que uma noite , após ele acordar assustado, Tião abriu seus olhos e viu a mesma aparição de seus sonhos ao seu lado na cama.

- Vamos Tião... Os outros mandaram eu vim lhe buscar... Vamos...

Tião morava sozinho e num lugar afastado logo não adiantaria gritar, então decidiu fechar os olhos, talvez ainda estivesse sonhando.

Foi ai que sentiu uma força descomunal o puxando da cama e o fazendo cair no chão.

Tião sem saber o que fazer olhou para a criatura que o chamava. Pensou que teria que atender aquele pedido. Então colocou a sanfona nas costas e caminhou atrás daquela alma desencarnada até o cemitério onde tocou até um pouco antes de amanhecer. Lá ele conseguia ver todos os espíritos em volta dele escutando sua música. O sanfoneiro tremia de medo, mas se esforçava para continuar tocando.

Tal fato estava ocorrendo por todas as noites durante um mês. Tião já não dormia ou comia direito aterrorizado por ser obrigado a tocar para os mortos.

Até que um dia Tião encontrou seu compadre em uma visita a cidade, após ser questionado pelo motivo de estar tão debilitado, ele acabou contando a maldição que estava vivendo.

Então seu compadre o aconselhou para se banhar com a água benta da igreja. Ele disse que se ele passasse a água benta em todo o seu corpo ficaria invisível para as almas penadas que não o obrigariam mais a ir tocar no cemitério.

E assim Tião o fez! Ele encheu algumas garrafas de água benta na igreja, levou para casa e passou o liquido por todo o seu corpo. Porém, num momento de descuido, esqueceu-se de banhar parte de sua orelha esquerda.

Logo à noite Tião amedrontado tremia sob o lençol, ansioso sobre a possibilidade de se livrar definitivamente da maldição que estava vivendo. A voz surgiu quase em seguida.

- Tião? O Tião onde está você? Vim pra te levar até o cemitério.
Fonrte:eupodiatamatando.com

Tião permaneceu quieto, suando frio e tremendo de medo...

- Ô Tião onde está você?

Parecia que realmente o espírito do morto não conseguia vê-lo. Tião via a criatura ao lado de sua cama, mas parecia que ela não sabia que ele estava ali deitado...

- Parece que o Tião foi embora. - disse a alma penada. Mas a orelha dele ainda ficou aqui... Vou leva-la para que os outros acreditem que Tião se foi.
E num gesto agarrou a orelha de Tião , e com uma força descomunal, puxou parte dela arrancando todo o pedaço que estava exposto...

Depois dessa noite Tião nunca mais teve que tocar para os mortos no cemitério, mas até hoje mantém a cicatriz na sua orelha que falta um pedaço como se tivesse sido arrancada. Segundo ele esta é a prova sobre a veracidade da história onde ele passava a noite tocando para os mortos...

Créditos para Luciano baseado em um conto popular.
 

Artigo Sombrio e Real.

 
Nascida em 1560 e morrendo em 1614, a Condessa Elizabeth Báthory de Ecsed era uma condessa da família ilustre de Báthory da nobreza no reino da Hungria.

Ela foi rotulada “A maior serial Killer da história”, embora o número de assassinatos é debatido, e é lembrado como a “Condessa de Sangue.”

Ela era a infame assassina em série da Hungria. 

Ela usou para matar camponesas através de espancamentos graves, queimaduras, mutilação de partes do corpo, chegava até mastigar o rosto, porém o mais terrível era ela drenar completamente o sangue da camponesas virgens para se banhar e assim manter sua juventude eterna.


Como se tratava de uma parente da família real seu castigo foi ficar presa na torre mais alta do seu castelo até o dia do seu falecimento.


Mas quem foi a Condessa de Sangue ?


Foi uma nobre húngara chamada Erzsébet Báthory (aportuguesado para Elizabeth ou Isabel) que é suspeita de ter torturado e matado com requintes de crueldade mais de 650 pessoas. Nasceu em 7 de agosto de 1560, na Hungria, em uma das famílias mais abastadas da época. 

Elizabeth foi criada em um castelo da família, usufruindo de uma educação privilegiada. Foi alfabetizada em húngaro, latim e alemão numa época que era comum analfabetismo até mesmo entre os nobres. Era muito bonita e sofria de ataques epiléticos na infância, que logo cessaram. Prometida desde os 11 anos, casou-se aos 15 com o conde Ferenc Nádasdy, foi uma boa mãe para seus 3 filhos e posteriormente ganhou a alcunha de Condessa de Sangue. 


A família Báthory já contava com alguns registros de sadismo e outras
disfunções mentais, resultado de inúmeras relações incestuosas, mas nenhum chegou aos pés do sadismo e loucura de Elizabeth.  Embora muitas evidências culpem a Condessa pelos assassinatos e torturas.


Seu marido era militar, o que conferia a ele muitas viagens. Sozinha num castelo que significava praticamente o governo de um terço da Hungria, a Condessa passou a exercitar cada vez mais sua loucura. Na época, era normal maltratar os servos, mas os atos de Elizabeth foram considerados atrozes até pelos seus contemporâneos. 


Punia os empregados com surras extremas, alfinetes sob as unhas e outras partes sensíveis, remoção de dedos e até chegava a colocar o empregado na área externa, nu, no gelo, e o banhava com água gelada até a morte.


Qualquer um que infringisse as normas da casa (que incluíam nunca deixar cair nada) sofria. Ás vezes ela mesma quebrava uma regra só para poder culpar e torturar. Dizem que, certa vez, com as próprias mãos, ela abriu a boca de uma serva até os cantos da boca rasgarem.


Mas o marido acabou descobrindo.


O que ele fez?


Ajudou !!!


Ele a ensinou a embeber um servo em mel e deixa-lo ser devorado vivo por insetos.


Ficou viúva em 1604, o que agravou seu quadro de insanidade. Suas torturas ficaram piores. Muito piores. Sem o marido, ela arrumou cúmplices, entre eles um demente mental chamado Ficzko, que escondia os cadáveres e auxiliava na manipulação das máquinas de tortura. Lembrando que suas vítimas permaneciam vivas durante os atos, tais como:


- remover os intestinos lentamente;


- arrancar a pele;


- fazer enxertos de pedaços de cadáveres no corpo da vítima;


- atravessar o corpo deles com lâminas;


- castrar;


- queimar genitálias com tochas;


- mergulhar rostos em óleo fervendo;


- esmagar cabeças;


- costurar bocas e narizes;


- matar de fome;


- usar uma máquina hidráulica para esmagar a pessoa e se banhar nos fluídos restantes.


Corria o boato de que, ao espancar uma empregada até a morte, o sangue da jovem escorreu na mão de Elizabeth. Ao limpar, ela achou que sua mão estava mais jovem. Então teve a ideia: construiu, no calabouço do castelo, 
uma gaiola suspensa que, ao invés de barras, tinha lâminas. Ela prendia alguma jovem virgem e nua numa gaiola, se deitava numa banheira abaixo e ordenava que, com uma lança, Ficzko furasse a menina. Ou pela lança ou pelas lâminas, a vítima se cortava e o sangue escorria sobre o corpo da condessa, que acreditava manter assim sua beleza e juventude eternas.



Acredita-se que o declínio de Elizabeth deu-se por conta de uma parceria com a viúva Erzsi Majorova, que convenceu-a a matar virgens nobres e beber seu sangue. De empregados ninguém sentia falta, mas de nobres sim. 


As investigações começaram em 1610 e ela foi presa no final do mesmo ano. Não foram encontradas provas concretas dos assassinatos ou das torturas, somente testemunhos e o diário de Elizabeth, que continha mais de 650 nomes de supostas vítimas, como se tratava da letra da Condessa o diário foi utilizado como prova. 


Os cúmplices foram condenados:

Ficzko foi decapitado, Erzsi teve seus dedos amputados e foi jogada viva numa fogueira. 


A condessa Báthory foi condenada a cárcere perpétuo em seu próprio quarto, com portas e janelas vedadas. Seu corpo foi encontrado três anos depois, rodeado de pratos de comida intactos.  


O então rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais, sendo que sua história só foi reavivada cem anos mais tarde, quando os documentos do julgamento foram descobertos. 


A história da Condessa de Sangue fomentou também a crença nos vampiros, além de um suposto parentesco dela com Vlad o Empalador!!!


Essa história já foi contada e recontada tantas vezes que acabou virando filme, veja abaixo o trailer e o link com o filme completo e dublado.

Em 2008 a cineasta Juraj Jakubisko lançou o longa A Condessa, contando a história de Báthory. Veja o trailer:




 Clique abaixo



Lendas Urbanas




 A Virgem do Poço


Existem duas versões tradicionais que são contadas até hoje no Japão para A Virgem do Poço, por isso iremos contar as duas, peço para que coloquem nos comentários, qual das duas versões vocês mais gostaram, combinado!

A Primeira Versão.


Ocorreu no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem que chamava-se Okiko,e essa jovem era serva de um mestre que era dono de muitas terras e exércitos e seu nome era Oyama Tessan.

Okiko era de uma família humilde, ela sofria assédios diários de seu Mestre, mas Okiko sempre conseguia manterse longe de seus braços.
Um dia cansado e tantas recusas Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse a ele.


Num certo dia Tessan deu uma sacola de moedas para Okiko contendo “9” moedas de ouro Holandesas, mas dizendo que lá haviam “10” e deixou ao cuidados de Okiko, para que ela as guardasse por um tempo.


Passado alguns dias Tessan pediu as “10” moedas de volta e Okiko ao constatar que só haviam “9” as contou, várias e várias vezes, para ver se não havia algum engano assim Tessan se mostrou furioso com o “sumiço” de uma de suas moedas de ouro  e falou que a perdoaria por ter perdido uma das das moedas, porém para obter esse perdão por tamanho erro! Okiko deveria aceitar ser tê-lo como marido e como sua esposa todo o ocorrido seria esquecido e sua honra restaurada.

Okiko pensou e decidiu que preferia a morte do que ter que se casar com seu mestre.
Tessan, tomado por uma incrível fúria agarrou a bela e jovem Okiko e jogoua  de uma só vez no poço de sua propriedade e assim Okiko morreu.


  Algumas noites após a morte
  de Okiko, seu  fantasma 
  perturbado aparece no poço, 
  com  ar de tristeza, com a  sacola de moedas,  tirava uma   a uma e as contava até chegar
  a  nona moeda quando dava  um melancólico  suspiro e aos  poucos sumia como uma 
  névoa desaparecendo aos poucos.


Esse evento sobrenatural e sombrio passou a ocorrer todas as noites, e noite após noite o fantasma de Okiko aparecia e contava as moedas, novamente ao perceber que a última era a nona moeda, novamente suspirava melancolicamente e desaparecia na noite.



Tessan assistiu a aquela cena todas as noites, noite após noite, e torturado pelo remorso pediu ajuda a um amigo para dar fim a aquela terrível maldição.

Então seu amigo disse que resolveria o problema na próxima noite, e assim na noite seguinte ficou escondido entre os arbustos perto do poço.
O amigo de Tessan esperou, esperou e esperou o fantasma da jovem Okiko aparecer para dar fim ao eterno sofrimento da sua alma.





Quando o fantasma novamente chegou a nona moeda, o rapaz escondido, jogou mais uma moeda holandesa e gritou:…DEEEZZZZZZ !!!

O fantasma de Okiko dessa vez deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu.

A segunda versão.




O Yoshida Mansion fica na 5a divisão de Ushigome-Gomon. O terreno em que foi construída  a casa para o palácio de Lady Sem.
Antes ela fez sua jornada para Akasaka em Edo em 1626. Depois disso, outro prédio foi construído nesse terreno que foi  a casa do senhor Aoyama Harima.
Na casa de Aoyama uma jovem chamada Okiku trabalhou como serva.
No segundo dia do segundo ano de Joo (2 de janeiro de 1653), Okiku acidentalmente quebrou uma dos dez pratos preciosos que eram a herança do clã Aoyama.

A esposa de Harima ficou furiosa, e disse que para compensar a perda do prato precioso que  Okiku tinha quebrado um dos seus dez dedos deveria ser cortado em troca.

Então a esposa de Harima escolheu o dedo médio da mão direita e mandou prender Okiku no porão até o castigo merecido, como forma de pagamento de um item tão precioso.
Durante a noite, Okiku conseguiu escapar de suas amarras e fugiu do porão.



Ela correu para fora da casa o mais rápido que pode, olhando para trás o tempo todo verificando se estava sendo perseguida, continuou a correr e correr  até tropeçar e cair em um poço da propriedade, se afogando no fundo do poço.









 Na noite seguinte, a partir do fundo do poço  veio uma voz de  mulher.

 Foi ecoando uma voz sombria,  aterrorizante, que bem  lentamente foi se  aproximando da mansão, em seguida  todos começarem a sentir um frio de  congelar os ossos 






A voz começa a contar  “1 … 2 …” Logo, o som de sua voz pode ser ouvido ecoando  por toda a mansão, contando os pratos. Todo mundo estava  tão aterrorizado que seus cabelos se arrepiavam e ficavam  com seus olhos arregalados.





A esposa de Harima estava grávida, e quando ela deu à luz seu filho estava faltando o dedo médio de sua mão direita.
Logo a seguir correram as notícias deste terrível acontecimento, chegando até a Corte Imperial, dizendo que a família Aoyama estava amaldiçoada!

Foram então forçados a entregar ao Império todas as suas terras e pertences de valor.
O som da contagem dos pratos continuou. A Corte Imperial realizou cerimônias especiais para acalmar o espírito de Okiku, mas tudo em vão. Por fim, eles enviaram um homem santo para a limpeza do espírito.

Naquela noite, o santo homem esperou dentro da casa. Ele esperou pacientemente enquanto o fantasma da donzela Okiku contava, ao ouvir “8 … 9 …” e, em seguida, de repente, ele gritou: “DEEEEEEEEEZZZZZZZZZZZZ”


   Yurei o santo homem que fora enviado para dar descanso 
   ao espírito de Okiku  ouviu seu sussuro

  “Oh, como estou feliz” e em seguida desapareceu.





* * *


Galera não esqueçam de colocar nos comentários, qual das duas versões vocês mais gostaram, se é que gostaram!!!

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