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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Sexta Sombria em - A Virgem do Poço













A Virgem do Poço,
O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos,
A Condessa de Sangue.

Fala galera Terror na Veia, essa Semana, primeira Sexta Sombria do Ano, desejo a todos um Ano Novo Maravilhoso !!!

Mantendo o formato que adotado onde primeiro falamos de um dos contos que publiquei na comunidade Terror Amino – Terror Under The Bed!!! Eu venho escolhendo o conto mais votado por toda galera de lá e essa semana o mais votado foi O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos.
Podem acessar o link diretamente aqui se quiserem e baixar o aplicativo também.

Contos de Terror.




O Sanfoneiro Que Tocava Para Os Mortos


O conto a seguir é um relato sobrenatural, que segundo seu autor, realmente ocorreu.

Essa é a história do Tião Sanfoneiro. Tião tocava sanfona como ninguém capaz de embalar as pessoas durante a noite inteira em qualquer baile de sua região.

Além de ser bom no instrumento, Tião também era ótimo para prosas durante as noites em torno da fogueira. Foi em uma delas que ele nos contou sobre sua curiosa aventura sobrenatural.

Ao ser questionado sobre o motivo de sua orelha esquerda ter aquela deformidade, como se tivesse um pedaço da ponta superior arrancada, Tião contou que quando era mais novo costumava treinar as modas da sanfona tocando em um cemitério próximo a sua casa.

Fonte: amandaduarteb.files.wordpress.com
Ele ficava horas tocando até que após alguns meses aprendeu a tocar bem e decidiu não ir mais treinar no cemitério, pois estava pronto para se apresentar em alguns bailes. E assim o fez.

Passada algumas noites Tião passou a ter aterrorizantes pesadelos! Ele sonhava com uma voz grotesca que dizia:

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente?

Ele acordava assustado e com o corpo todo suado.

Na noite seguinte ocorreu o mesmo sonho com a mesma voz...

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente?

Depois de uma semana, já com medo da hora de ir dormir, Tião teve um sonho diferente! Mais amedrontador ainda. Nele Tião, além de ouvir a voz, ainda pode ver o dono dela. Era um espírito, um fantasma que vestia uma farda antiga de um exército qualquer e aparecia no meio da escuridão o chamando incansavelmente:

- Tião... Ô Tião... Tião... Por que você não toca mais para a gente? Estamos sentindo a sua falta no cemitério...

Tião acordou assustado, corpo suado e tremendo de medo. Agora sabia o que estava acontecendo: as almas penadas queriam que ele fosse tocar novamente no cemitério. Inconformado ele disse para si mesmo que não voltaria a tocar naquele lugar.

Porém os pesadelos continuavam cada vez mais fortes. Logo após dormir ele ouvia te a voz lhe chamando até que uma noite , após ele acordar assustado, Tião abriu seus olhos e viu a mesma aparição de seus sonhos ao seu lado na cama.

- Vamos Tião... Os outros mandaram eu vim lhe buscar... Vamos...

Tião morava sozinho e num lugar afastado logo não adiantaria gritar, então decidiu fechar os olhos, talvez ainda estivesse sonhando.

Foi ai que sentiu uma força descomunal o puxando da cama e o fazendo cair no chão.

Tião sem saber o que fazer olhou para a criatura que o chamava. Pensou que teria que atender aquele pedido. Então colocou a sanfona nas costas e caminhou atrás daquela alma desencarnada até o cemitério onde tocou até um pouco antes de amanhecer. Lá ele conseguia ver todos os espíritos em volta dele escutando sua música. O sanfoneiro tremia de medo, mas se esforçava para continuar tocando.

Tal fato estava ocorrendo por todas as noites durante um mês. Tião já não dormia ou comia direito aterrorizado por ser obrigado a tocar para os mortos.

Até que um dia Tião encontrou seu compadre em uma visita a cidade, após ser questionado pelo motivo de estar tão debilitado, ele acabou contando a maldição que estava vivendo.

Então seu compadre o aconselhou para se banhar com a água benta da igreja. Ele disse que se ele passasse a água benta em todo o seu corpo ficaria invisível para as almas penadas que não o obrigariam mais a ir tocar no cemitério.

E assim Tião o fez! Ele encheu algumas garrafas de água benta na igreja, levou para casa e passou o liquido por todo o seu corpo. Porém, num momento de descuido, esqueceu-se de banhar parte de sua orelha esquerda.

Logo à noite Tião amedrontado tremia sob o lençol, ansioso sobre a possibilidade de se livrar definitivamente da maldição que estava vivendo. A voz surgiu quase em seguida.

- Tião? O Tião onde está você? Vim pra te levar até o cemitério.
Fonrte:eupodiatamatando.com

Tião permaneceu quieto, suando frio e tremendo de medo...

- Ô Tião onde está você?

Parecia que realmente o espírito do morto não conseguia vê-lo. Tião via a criatura ao lado de sua cama, mas parecia que ela não sabia que ele estava ali deitado...

- Parece que o Tião foi embora. - disse a alma penada. Mas a orelha dele ainda ficou aqui... Vou leva-la para que os outros acreditem que Tião se foi.
E num gesto agarrou a orelha de Tião , e com uma força descomunal, puxou parte dela arrancando todo o pedaço que estava exposto...

Depois dessa noite Tião nunca mais teve que tocar para os mortos no cemitério, mas até hoje mantém a cicatriz na sua orelha que falta um pedaço como se tivesse sido arrancada. Segundo ele esta é a prova sobre a veracidade da história onde ele passava a noite tocando para os mortos...

Créditos para Luciano baseado em um conto popular.
 

Artigo Sombrio e Real.

 
Nascida em 1560 e morrendo em 1614, a Condessa Elizabeth Báthory de Ecsed era uma condessa da família ilustre de Báthory da nobreza no reino da Hungria.

Ela foi rotulada “A maior serial Killer da história”, embora o número de assassinatos é debatido, e é lembrado como a “Condessa de Sangue.”

Ela era a infame assassina em série da Hungria. 

Ela usou para matar camponesas através de espancamentos graves, queimaduras, mutilação de partes do corpo, chegava até mastigar o rosto, porém o mais terrível era ela drenar completamente o sangue da camponesas virgens para se banhar e assim manter sua juventude eterna.


Como se tratava de uma parente da família real seu castigo foi ficar presa na torre mais alta do seu castelo até o dia do seu falecimento.


Mas quem foi a Condessa de Sangue ?


Foi uma nobre húngara chamada Erzsébet Báthory (aportuguesado para Elizabeth ou Isabel) que é suspeita de ter torturado e matado com requintes de crueldade mais de 650 pessoas. Nasceu em 7 de agosto de 1560, na Hungria, em uma das famílias mais abastadas da época. 

Elizabeth foi criada em um castelo da família, usufruindo de uma educação privilegiada. Foi alfabetizada em húngaro, latim e alemão numa época que era comum analfabetismo até mesmo entre os nobres. Era muito bonita e sofria de ataques epiléticos na infância, que logo cessaram. Prometida desde os 11 anos, casou-se aos 15 com o conde Ferenc Nádasdy, foi uma boa mãe para seus 3 filhos e posteriormente ganhou a alcunha de Condessa de Sangue. 


A família Báthory já contava com alguns registros de sadismo e outras
disfunções mentais, resultado de inúmeras relações incestuosas, mas nenhum chegou aos pés do sadismo e loucura de Elizabeth.  Embora muitas evidências culpem a Condessa pelos assassinatos e torturas.


Seu marido era militar, o que conferia a ele muitas viagens. Sozinha num castelo que significava praticamente o governo de um terço da Hungria, a Condessa passou a exercitar cada vez mais sua loucura. Na época, era normal maltratar os servos, mas os atos de Elizabeth foram considerados atrozes até pelos seus contemporâneos. 


Punia os empregados com surras extremas, alfinetes sob as unhas e outras partes sensíveis, remoção de dedos e até chegava a colocar o empregado na área externa, nu, no gelo, e o banhava com água gelada até a morte.


Qualquer um que infringisse as normas da casa (que incluíam nunca deixar cair nada) sofria. Ás vezes ela mesma quebrava uma regra só para poder culpar e torturar. Dizem que, certa vez, com as próprias mãos, ela abriu a boca de uma serva até os cantos da boca rasgarem.


Mas o marido acabou descobrindo.


O que ele fez?


Ajudou !!!


Ele a ensinou a embeber um servo em mel e deixa-lo ser devorado vivo por insetos.


Ficou viúva em 1604, o que agravou seu quadro de insanidade. Suas torturas ficaram piores. Muito piores. Sem o marido, ela arrumou cúmplices, entre eles um demente mental chamado Ficzko, que escondia os cadáveres e auxiliava na manipulação das máquinas de tortura. Lembrando que suas vítimas permaneciam vivas durante os atos, tais como:


- remover os intestinos lentamente;


- arrancar a pele;


- fazer enxertos de pedaços de cadáveres no corpo da vítima;


- atravessar o corpo deles com lâminas;


- castrar;


- queimar genitálias com tochas;


- mergulhar rostos em óleo fervendo;


- esmagar cabeças;


- costurar bocas e narizes;


- matar de fome;


- usar uma máquina hidráulica para esmagar a pessoa e se banhar nos fluídos restantes.


Corria o boato de que, ao espancar uma empregada até a morte, o sangue da jovem escorreu na mão de Elizabeth. Ao limpar, ela achou que sua mão estava mais jovem. Então teve a ideia: construiu, no calabouço do castelo, 
uma gaiola suspensa que, ao invés de barras, tinha lâminas. Ela prendia alguma jovem virgem e nua numa gaiola, se deitava numa banheira abaixo e ordenava que, com uma lança, Ficzko furasse a menina. Ou pela lança ou pelas lâminas, a vítima se cortava e o sangue escorria sobre o corpo da condessa, que acreditava manter assim sua beleza e juventude eternas.



Acredita-se que o declínio de Elizabeth deu-se por conta de uma parceria com a viúva Erzsi Majorova, que convenceu-a a matar virgens nobres e beber seu sangue. De empregados ninguém sentia falta, mas de nobres sim. 


As investigações começaram em 1610 e ela foi presa no final do mesmo ano. Não foram encontradas provas concretas dos assassinatos ou das torturas, somente testemunhos e o diário de Elizabeth, que continha mais de 650 nomes de supostas vítimas, como se tratava da letra da Condessa o diário foi utilizado como prova. 


Os cúmplices foram condenados:

Ficzko foi decapitado, Erzsi teve seus dedos amputados e foi jogada viva numa fogueira. 


A condessa Báthory foi condenada a cárcere perpétuo em seu próprio quarto, com portas e janelas vedadas. Seu corpo foi encontrado três anos depois, rodeado de pratos de comida intactos.  


O então rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais, sendo que sua história só foi reavivada cem anos mais tarde, quando os documentos do julgamento foram descobertos. 


A história da Condessa de Sangue fomentou também a crença nos vampiros, além de um suposto parentesco dela com Vlad o Empalador!!!


Essa história já foi contada e recontada tantas vezes que acabou virando filme, veja abaixo o trailer e o link com o filme completo e dublado.

Em 2008 a cineasta Juraj Jakubisko lançou o longa A Condessa, contando a história de Báthory. Veja o trailer:




 Clique abaixo



Lendas Urbanas




 A Virgem do Poço


Existem duas versões tradicionais que são contadas até hoje no Japão para A Virgem do Poço, por isso iremos contar as duas, peço para que coloquem nos comentários, qual das duas versões vocês mais gostaram, combinado!

A Primeira Versão.


Ocorreu no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem que chamava-se Okiko,e essa jovem era serva de um mestre que era dono de muitas terras e exércitos e seu nome era Oyama Tessan.

Okiko era de uma família humilde, ela sofria assédios diários de seu Mestre, mas Okiko sempre conseguia manterse longe de seus braços.
Um dia cansado e tantas recusas Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse a ele.


Num certo dia Tessan deu uma sacola de moedas para Okiko contendo “9” moedas de ouro Holandesas, mas dizendo que lá haviam “10” e deixou ao cuidados de Okiko, para que ela as guardasse por um tempo.


Passado alguns dias Tessan pediu as “10” moedas de volta e Okiko ao constatar que só haviam “9” as contou, várias e várias vezes, para ver se não havia algum engano assim Tessan se mostrou furioso com o “sumiço” de uma de suas moedas de ouro  e falou que a perdoaria por ter perdido uma das das moedas, porém para obter esse perdão por tamanho erro! Okiko deveria aceitar ser tê-lo como marido e como sua esposa todo o ocorrido seria esquecido e sua honra restaurada.

Okiko pensou e decidiu que preferia a morte do que ter que se casar com seu mestre.
Tessan, tomado por uma incrível fúria agarrou a bela e jovem Okiko e jogoua  de uma só vez no poço de sua propriedade e assim Okiko morreu.


  Algumas noites após a morte
  de Okiko, seu  fantasma 
  perturbado aparece no poço, 
  com  ar de tristeza, com a  sacola de moedas,  tirava uma   a uma e as contava até chegar
  a  nona moeda quando dava  um melancólico  suspiro e aos  poucos sumia como uma 
  névoa desaparecendo aos poucos.


Esse evento sobrenatural e sombrio passou a ocorrer todas as noites, e noite após noite o fantasma de Okiko aparecia e contava as moedas, novamente ao perceber que a última era a nona moeda, novamente suspirava melancolicamente e desaparecia na noite.



Tessan assistiu a aquela cena todas as noites, noite após noite, e torturado pelo remorso pediu ajuda a um amigo para dar fim a aquela terrível maldição.

Então seu amigo disse que resolveria o problema na próxima noite, e assim na noite seguinte ficou escondido entre os arbustos perto do poço.
O amigo de Tessan esperou, esperou e esperou o fantasma da jovem Okiko aparecer para dar fim ao eterno sofrimento da sua alma.





Quando o fantasma novamente chegou a nona moeda, o rapaz escondido, jogou mais uma moeda holandesa e gritou:…DEEEZZZZZZ !!!

O fantasma de Okiko dessa vez deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu.

A segunda versão.




O Yoshida Mansion fica na 5a divisão de Ushigome-Gomon. O terreno em que foi construída  a casa para o palácio de Lady Sem.
Antes ela fez sua jornada para Akasaka em Edo em 1626. Depois disso, outro prédio foi construído nesse terreno que foi  a casa do senhor Aoyama Harima.
Na casa de Aoyama uma jovem chamada Okiku trabalhou como serva.
No segundo dia do segundo ano de Joo (2 de janeiro de 1653), Okiku acidentalmente quebrou uma dos dez pratos preciosos que eram a herança do clã Aoyama.

A esposa de Harima ficou furiosa, e disse que para compensar a perda do prato precioso que  Okiku tinha quebrado um dos seus dez dedos deveria ser cortado em troca.

Então a esposa de Harima escolheu o dedo médio da mão direita e mandou prender Okiku no porão até o castigo merecido, como forma de pagamento de um item tão precioso.
Durante a noite, Okiku conseguiu escapar de suas amarras e fugiu do porão.



Ela correu para fora da casa o mais rápido que pode, olhando para trás o tempo todo verificando se estava sendo perseguida, continuou a correr e correr  até tropeçar e cair em um poço da propriedade, se afogando no fundo do poço.









 Na noite seguinte, a partir do fundo do poço  veio uma voz de  mulher.

 Foi ecoando uma voz sombria,  aterrorizante, que bem  lentamente foi se  aproximando da mansão, em seguida  todos começarem a sentir um frio de  congelar os ossos 






A voz começa a contar  “1 … 2 …” Logo, o som de sua voz pode ser ouvido ecoando  por toda a mansão, contando os pratos. Todo mundo estava  tão aterrorizado que seus cabelos se arrepiavam e ficavam  com seus olhos arregalados.





A esposa de Harima estava grávida, e quando ela deu à luz seu filho estava faltando o dedo médio de sua mão direita.
Logo a seguir correram as notícias deste terrível acontecimento, chegando até a Corte Imperial, dizendo que a família Aoyama estava amaldiçoada!

Foram então forçados a entregar ao Império todas as suas terras e pertences de valor.
O som da contagem dos pratos continuou. A Corte Imperial realizou cerimônias especiais para acalmar o espírito de Okiku, mas tudo em vão. Por fim, eles enviaram um homem santo para a limpeza do espírito.

Naquela noite, o santo homem esperou dentro da casa. Ele esperou pacientemente enquanto o fantasma da donzela Okiku contava, ao ouvir “8 … 9 …” e, em seguida, de repente, ele gritou: “DEEEEEEEEEZZZZZZZZZZZZ”


   Yurei o santo homem que fora enviado para dar descanso 
   ao espírito de Okiku  ouviu seu sussuro

  “Oh, como estou feliz” e em seguida desapareceu.





* * *


Galera não esqueçam de colocar nos comentários, qual das duas versões vocês mais gostaram, se é que gostaram!!!

Gostando peço para curtir no G+1 e me seguir, assim ficarão sabendo das novidades que eu for postando.

Não deixei de fazer uma visita ao meu canal, daqui mesmo vocês conseguem acessar, fiquem à vontade para assistir os vídeos, gostando pode curtir o vídeo, se inscrever no canal e compartilhar com seus amigos.

Já Pensou Se Fosse Possível "Apagar" Memórias Dolorosas (e Implantar Novas)
















Programar o Cérebro Humano, Apagando e Implantando Memórias.

A memória humana é caracterizada pela capacidade dos seres humanos de adquirir, conservar e evocar informações através de dispositivos neurobiológicos e da interação social, agora imagine se fosse possível programar o ser humano, implantar memórias falsas do que nunca aconteceu e apagar memórias indesejáveis, o problema é memórias indesejáveis para quem? Quem garante o uso lícito de tal avanço Biotecnológico?

Cem trilhões de conexões celulares, em eterna troca de informações, tecem a estrutura mais complexa do Universo: o cérebro humano.

A informação trafega no cérebro 1 milhão de vezes mais devagar do que um sinal de computador. Apesar da desvantagem inicial, porém, o cérebro consegue reconhecer um rosto em fração de segundo; portanto, no final das contas, está um corpo à frente da Informática. A diferença é possível porque bilhões de células nervosas, os neurônios, podem trabalhar ao mesmo tempo na solução de um único problema, como identificar uma forma ou compreender uma ordem, enquanto um computador processa bovinamente, passo a passo, as informações que recebe, porém isso já não bem verdade assim, com o aumento drástico de capacidade de processamento e memória os computadores já deram passos largos para execução dos seus processos de forma similar ao cérebro humano.

 

No Filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind) um Drama com Ficção-Científica e Romance, para quem gosta do gênero eu recomento, acreditem foi a melhor atuação de Jim Carry sem aquelas costumeiras palhaçadas que já perderam a graça... 

Voltando ao que interessa, Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento desse certo. 

Desiludida com o fracasso, Clementine decide passar um tratamento experimental que apague o ex-namorado de sua memória. 

Desapontado Joel decide fazer o mesmo, mas no meio do procedimento ele desiste e tenta reconquistar Clementine.



No filme Total Recall (no Brasil, O Vingador do Futuro) é um filme americano de 2012, uma refilmagem (Remake) do filme homônimo de 1990, que por sua vez é baseado num conto de 1966 de Philip K. Dick, "We Can Remember It for You Wholesale". 

Ao contrário do filme anterior, este filme não apresenta a viagem ao planeta Marte, e contém um forte conteúdo político mostrando uma rebelião de trabalhadores operários da Colônia (Austrália) contra a elite abastada da União Britânica (Europa).

 


No fim do século XXI uma guerra química deixou a Terra quase inabitável. Os dois territórios viáveis à vida humana são a União Federativa da Bretanha - UFB (Europa) e a Colônia (Austrália). Diariamente operários da Colônia viajam pelo planeta através do único transporte possível, a "Queda". A viagem pelo subterrâneo do planeta dura dezessete minutos.

Douglas Quaid (Colin Farrell) mora na Colônia e trabalha na UFB como operário. Infeliz com sua rotina, vai à Recall, empresa que implanta na mente memórias à escolha do cliente. Quaid escolhe ser um agente secreto, porém o procedimento dá errado e logo o local é cercado pela polícia.

Ele os elimina com uma destreza que o surpreende, assim como a tentativa de sua própria esposa (Kate Beckinsale) de matá-lo quando ele lhe conta o ocorrido.
Passa a fugir e recebe a ajuda de Melina (Jessica Biel), presente em seus sonhos recorrentes. Começa a descobrir pouco a pouco quem realmente é: Hauser, principal agente da inteligência do governo da UFB dirigido por Cohaagen. Deveria infiltrar-se no movimento da Resistência, liderada por Matthias, que luta contra a exploração dos trabalhadores da Colônia.

Após dois exemplos na ficção científica, o que posso dizer é que as decepções que sofri me fizeram amadurecer, crescer e evoluir, se eu as retirasse da minha memória, acredito que iria acabar sofrendo do mesmo jeito com outra pessoa e seria uma nova primeira vez, dessa forma várias visitas a essa máquina seriam feitas e aí vem a pergunta, qual seria a consequência em apagar e implantar memórias indiscriminadamente no cérebro do ser humano?

No "O Vingador do Futuro", já deu para perceber que essa prática de implantar memórias já comum e corriqueira, simples ao invés de ao cinema, criam aquilo você quiser na mente e assim será o protagonista do filme ou melhor dizer da lembrança efetiva de ter vivido do aquilo, porém as memórias também podem ser apagadas e Hauser Mega Espião optou por essa medida extrema de viver outra vida e assim descobrir o líder da resistência, ganhar sua confiança e depois matá-lo, ou seja, sem a memoria de quem era, seria o plano perfeito, se Hauser não tivesse descoberto a verdade por trás da sua missão e sua paixão por Melina, na vida ficção ou na vida real será mesmo que isso é o correto, pois eu já vou mais adiante, se podem apagar e implantar memórias falsas, poderiam transferir? Imaginem então a eternidade, você passa todas as suas memórias para um gigantesco banco de dados e se seu corpo morrer sua mente é baixada num novo corpo clone seu e vida que segue, você pode escolher a idade que quer ficar, sei lá uns 25 anos no auge da forma física de um homem e ficará com ela para sempre!!!

Vamos sair da ficção e agora vamos aos fatos científicos:

Como deletar, apagar uma memória? Antes de chegar aí, é preciso entender como as memórias se formam e se mantém vivas em nossos cérebros. 

No passado, a ciência acreditava que as memórias ficavam armazenadas em um ponto específico, como uma "caixinha de lembranças"; na verdade, cada memória que temos está cheia de conexões em todo o cérebro, o que torna bem mais difícil apagá-las.

Para a memória se formar, é preciso que proteínas estimulem nossas células cerebrais o suficiente para crescerem e formar novas conexões. 

Assim que isso acontece, a memória fica "guardada" na mente, e em geral fica lá até ser acessada novamente por nós. Mas memórias de longo prazo não são estáveis: sempre que revisitamos essa lembrança, ela se torna mais "maleável" e forte do que antes, em um processo chamado de "reconsolidação". Esse fenômeno também explica porque algumas lembranças mudam um pouco ao longo dos anos, e é justamente ele que pode oferecer um caminho para cientistas conseguirem "hackear" memórias.





Em uma entrevista ao The Telegraph, o cientista Richard Gray, um dos responsáveis pela pesquisa, explica: "nosso estudo sugere que memórias podem ser manipuladas porque elas 'agem' como se fossem feitas de vidro, em um estado antes de ele se tornar sólido. Quando uma memória é 'solicitada' novamente, contudo, ela volta a esse estado maleável e permite alterações".

A revista Nature Neuroscience, publicou um artigo onde descreve que é possível implantar memórias artificiais em ratos durante o sono. Se for possível aplicar o processo em humanos, o método pode ser usado para tratar o transtorno de stress pós-traumático, dizem os pesquisadores.



No estudo, cientistas usaram implantes elétricos no cérebro dos roedores, que criava uma sensação de "recompensa" toda vez que o animal pensava numa determinada localidade durante o sono. 

Quando acordados, os ratos rumavam para o local, indicando que a memória foi implantada.

Pesquisas anteriores já demonstraram que a memória pode ser criada e manipulada em ratos, mas os descobrimentos publicados nesta semana mostram que isso pode ser feito durante o sono. 

"Aprender durante o sono sempre foi um sonho, com o perdão do trocadilho", diz Karim Benchenane, um dos autores do estudo, indicando uma de suas aplicações.




O experimento foi feito em 12 ratos de laboratório com implantes cerebrais. Os animais foram colocados numa área circular com um metro de diâmetro e os implantes permitiam ao s pesquisadores identificar as células cerebrais que eram ativadas quando o roedor entrava em uma área em particular.

Estudos anteriores já demonstraram que diferentes grupos de células são ativadas quando o animal circula pelas várias áreas. Chamadas de células de lugar , elas funcionam como um GPS natural. Cinco dos ratos foram estimulados com sensação de recompensa toda vez que as células relacionadas a esse local específico eram ativadas durante o sono.

Quando os roedores acordavam, eles ficavam quatro vezes mais tempo nessa localidade do que antes de o experimento começar. O mesmo acontecia com outros cinco ratos que eram estimulados pelo implante em vigília. O grupo de controle, dois animais que não recebiam estímulo nenhum, não mudou seu comportamento.

Cientistas veem que o método pode ser usado, em teoria, para atenuar os efeitos do transtorno de stress pós-traumático, ao associar com sensações positivas toda vez que a lembrança do evento perturbador surgir durante o sono. Os pesquisadores só não sabem como fazer isso sem usar meios tão invasivos como os implantes.

Neurocientistas plantam falsas memórias no cérebro o estudo do MIT – Massachussets Intitute Of Technology, também aponta onde o cérebro armazena traços de memória, tanto falsos e autênticos.



PBS NOVA- MEMORY HACKERS - New documentary (2016)

Hackers de memória Os cientistas estão aprendendo como podemos editar memórias — e apagar os nossos piores medos, dores e frustrações

A memória é a cola que une a nossa vida mental. Sem ela, estaríamos presos do presente, não é possível usar as lições do passado para mudar o nosso futuro. Do nosso primeiro beijo... para onde colocamos as nossas chaves, memória representa quem somos e como podemos aprender e navegar no mundo. Mas como é que funciona?

Neurocientistas usando técnicas de ponta estão explorando os mecanismos moleculares precisos de memória. Ao estudar uma variedade de indivíduos que vão — de um garoto prodígio de 11 anos que se lembra de cada detalhe 

de sua vida com uma mulher que tinha memórias implantadas — os cientistas descobriram uma ideia provocativa.

Para grande parte da história humana, a memória tem sido vista como um gravador que registra fielmente informações e replays intactas. Mas agora, pesquisadores estão descobrindo que a memória é muito mais maleável, sempre sendo escrito e reescrito, não só por nós mas por outros. Estamos descobrindo os mecanismos precisos que podem explicar e até mesmo controlar nossas memórias. A questão é – estamos prontos?

Fontes: 


 













quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Fantasma Chama Atenção da Polícia e Salva Bebê













Fantasma Chama Atenção da Polícia e Salva Bebê


Vídeo do Canal YouTube CurioMystery











Fantasma Chama Atenção da Polícia e Salva Bebê

A história a seguir é tão impressionante que eu mesmo já vi umas cinco vezes.

De acordo com o Daily Mirror o fato aconteceu há algumas semanas atrás no estado norte-americano de Utah, quando Lynn Groesbeck perdeu o controle da direção e foi parar com seu carro dentro do rio conhecido com Spanish Fork River. Passaram-se mais de 14 horas até que um pescador avistasse o carro e avisasse a polícia sobre o acidente.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Moxina - The Tag Along


The Tag Along



Vídeo do Canal YouTube
CurioMystery











Em Taiwan tem uma lenda urbana muito conhecida e popular sobre um demônio Moxina, que se disfarça de uma menina com vestido vermelho.

A lenda parece se basear em um vídeo feito por um grupo de turistas e exibido na televisão em 1998, que mostra uma menina em um vestido vermelho seguindo o grupo enquanto caminham por uma trilha na montanha.

Ninguém na equipe conhecia ou viu a menina e acredita-se que seja Moxina, uma espécie de demônio da montanha conhecida por abduzir seres humanos, Em geral crianças e idosos.