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quarta-feira, 28 de março de 2018

DENÚNCIA WISE UP


 DENÚNCIA😱😱😱


Fala galera!
Tudo bem com vocês, quer estudar inglês, verdade, é muito importante aprender inglês, mas evitem cair em enrrascadas como está que estou contando site Reclame Aqui.

Mas antes de ler tudo que tem abaixo em detalhes, para um melhor entendimento de todo o ocorrido eu recomendo que assista o vídeo que gravei no meu canal YouTube CurioMystery.

ImageOlá, fui aluno na escola Wise Up Franqui em São José dos Campos - SP durante os praticamente 4 anos, desde o dia 08 de setembro de 2014, tempo mais que suficiente para o término do curso, já que a escola alega ser o tempo mínimo 18 meses de curso, quanto a isso a escola não tem culpa alguma, por várias vezes fiquei meses e meses pagando mensalidade e sem ter condições de comparecer, só que chegamos numa situação atual que a grade de horários e quantidade de professores, que possibilitam chegar nessa grade de horário possa me atender, sinceramente eu já estou cansado de jogar dinheiro fora, ficar pagando e não ter condições de comparecer, a grade de horário que me foi apresentada, não possibilita que eu frequente nenhuma aula, me sugeriram um rodízio, mas sinceramente se com um dia e horário certo já estava complicado por conta do meu trabalho, imagina nesse rodízio.

Quero acrescentar, que a escola nos impõe um aviso prévio de 30 dias, ou seja, você paga para não usar!!! Porém, não existe aviso prévio algum em relação aos professores, simplesmente você vem para aula e o professor já é outro, alegam ser de responsabilidade administrativa o que claramente é de responsabilidade pedagógica, esse tipo de procedimento prejudica e muito a continuidade do aluno em cada módulo, porém isto para escola não tem valor algum, o importante é colocar alguém lá e assim manter o horário, sem se importa se a mudança prejudique ou não o andamento pedagógico do aluno.

Por isso solicitei rescisão contratual. Em contato com Michelle, a mesma me informa que eu deveria pagar além do valor da última mensalidade (que já foi paga dia 12/03/2018) que também não consegui usufruir dos serviços, eu tenho que pagar por mais 30 dias como aviso prévio pelo fato de estar solicitando ontem (27/03/2018).
Porque uma empresa forja um contrato para um cliente que quando no momento de seu cancelamento tenha de pagar mais um mês por algo que a pessoa não vai mais utilizar?

Mas se como tudo isso não fosse o bastante, mesmo depois de toda longa conversa de ontem 27/03/2018 eu recebi hoje 28/03/2018 - Quarta-feira o boleto de cobrança da escola Wise Up!!!! Eu tinha agendado uma visita para amanhã 29/03/2018 às 14:00 horas, para conversar com a Michelle, onde eu já havia avisado que nenhum argumento por ela dado iria me fazer mudar de opinião em relação ao pagamento desse aviso prévio abusivo, mesmo marcarmos, porém ao receber justamente no dia seguite a nossa conversa um boleto de cobrança, eu novamente entrei em contato com a escola via

Whatsapp, em resumo ela fez uma avaliação pessoal ao meu respeito onde me descreve como ...

Vejam:





A única coisa que desejo é o justo, pagar por um serviço que foi prestado, depois de quatro anos a escola ainda quer me cobrar aviso prévio! Chegaaaaaaa!!! O brasileiro deve parar de ser inerte, deve para de aceitar tudo aquilo os impõe, deve reclamar sim, quando se sente prejudicado e lesado, e sim deve divulgar, fazer com que outros saibam que podemos vencer e superar as injustiças, absurdos e arbritariedades que fazem conosco todos os dias, vejam aqui, um aluno conseguiu a isenção dessa taxa absurda, vejam abaixo e mais detalhes no link.



quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A Fantástica e Talentosa Young Magician Issy Simpson








Especial CurioMystery

A Fantástica e Talentosa Young Magician Issy Simpson

A jovem e fantástica Issy chegou até a final do show do ano passado com apresentações de puro talento.

Mas quem é Issy Simpson?


Issy Simpson é uma pequena feiticeira de 8 anos de idade que surpreendeu os juízes na sua primeira audição.


A artista infantil fez Simon Cowell escolher um número de página de um dos três livros que trouxe com ela e, em seguida, fez com que Alesha Dixon escolhesse uma palavra aleatória dessa página. 

Ela então revelou que escreveu a palavra que Alesha escolheu em um quadro negro antes do show, deixando os juízes boquiabertos e em completo espanto.





Ela então atordoou Simon ao revelar que ela estava usando uma camiseta com uma foto onde ele estava segurando a carta que havia escolhido no início do show.




Issy adora os personagens Harry Potter, Hermione Granger e é inspirada pela amada série em suas performances mágicas.

Então, ficou encantada quando Simon disse: "Esta é a vida real Harry Potter. Não sei como você faz isso. Você tem poderes mágicos".

Veja abaixo os vídeos postados no YouTube e TopBuzz

Para ver o vídeo no TopBuzz clique no link abaixo:



Para assistir o vídeo no YouTube:




terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

SextaSombria😱#12 A Terrível Paralisia do Sono, O Fenômeno! Sleep paralysis


CurioMystery
SextaSombria






A Terrível  Paralisia do Sono 


Kanashibari é o termo japonês para a paralisia do sono, significa literalmente “atado ao metal”, um fenômeno no qual uma pessoa, ao cair no sono ou acordar, experimenta temporariamente uma incapacidade de se mover. Ela é frequentemente associada com visões aterrorizantes, um pesadelo onde o mundo real e dos sonhos se misturam.

Histórias sobre Kamashibari são antigas e estão presentes em muitas culturas, e a maioria são atribuídas a uma força sobrenatural dominante que geralmente se apresenta sobre o corpo. O Kanashibari pode até mesmo ser causada por seres humanos, geralmente sacerdotes ou feiticeiros. Apesar de não ser realmente fatal, esta é uma experiência aterrorizante para a vítima.

Segue abaixo o video do canal CurioMystery no YouTube sobre A Terrível Paralisia do Sono.


Kanashibari: Origens



Cena do Filme Ju-on

História


O fenômeno da paralisia do sono pode ser reconhecido em relatórios, em diferentes culturas e ao longo da história.

Do ponto de vista fisiológico, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover.

Na história da medicina ocidental, a paralisia do sono tem sido documentada há pelo menos 300 anos. Kompanje, em 2008 descreve um relatório de 1664, o caso do médico holandês, Van Isbrand Diemerbroeck, intitulado “Of the Night-mare”. Ele descreve os sintomas de uma paciente:

“… No tempo da noite, quando ela estava compondo-se para dormir, às vezes ela acreditava que o diabo estava em cima dela e segurou-a, por vezes, ela foi sufocada por um grande cão ou ladrão deitada sobre o peito, de modo que ela não poderia falar ou respirar e quando ela se esforçou para jogar fora o fardo, ela não foi capaz de mexer os seus membros.”, Citação literal de Van Diemerbroeck.

O termo Kanashibari, que significa “amarrar com uma corda de ferro” é derivado da magia de Fudoh-Myohoh, um Deus budista. A ideia de ser amarrado vem da crença antiga de que os monges budistas vingativos podiam usar a magia para paralisar pessoas como se estivessem presos em uma corda de metal.

No folclore Oriental, a forma mais comum de kanashibari vem do sentido de posse. Quando uma pessoa está possuída por um Inugami, kitsune, tanuki, entre outros, um dos possíveis sintomas que podem desenvolver é a imobilidade ou paralisia do sono. Este tipo de posse pode às vezes ser superado se um shugenja (uma espécie de sacerdote) recitar sutras budistas para expulsar o espírito do Yokai  de seu corpo. Uma vez que, expulso o espírito, o kana-shibari desaparece e tudo pode voltar ao normal.

Kanashibari: Lendas


Existe uma série de lendas sobre Kanashibari, e cada uma aponta para uma causa diferente. O conto de Kiyohime apresenta uma passagem onde a donzela, com desejo de vingança, furiosamente persegue seu amado, o monge Anchin. Tentando escapar de seus avanços, Anchin pede ao sacerdote de um santuário Kumano para ajuda-lo. O sacerdote então, prende Kiyohime em uma armadilha kana-shibari, dando tempo ao monge  para fugir.

O fenômeno Kanashibari, ainda, pode ser provocado por fantasmas (yureis). Um conto famoso vem de uma história de fantasmas (kaidan) popular em Iwate. Há muitas variações, mas geralmente, no meio da noite, uma pessoa acorda com um sentido ameaçador, puro pressentimento de pavor. Percebe que  não pode se mover, mesmo que esteja acordada. Ela sente como se garras poderosas a estivessem segurando com força, mantendo-a imóvel. De repente, uma força invisível a puxa pelas pernas e arrasta-a para fora de sua cama, geralmente na direção de uma janela aberta, um rio, ou em algum outro lugar perigoso! Depois de uma luta desesperada, a pessoa finalmente se desprende da paralisia do sono, e vê o fantasma de uma mulher de meia idade aterrorizante subindo  ao teto.

Outros tipos de Yokais (criaturas sobrenaturais) podem infligir o Kanashibari. Conta-se que Makura-gaeshi, uma espécie de Zashiki-warashi (criança fantasma do quarto), da prefeitura de Ishikawa, assombra quartos à noite, lançando-se sobre os travesseiros de dormir dos hóspedes. Vítimas às vezes acordam no meio da noite, sentindo um peso esmagador em seu peito, e encontram o fantasma de uma criança pequena sentada sobre eles. Isso pode ocorrer de forma esporádica, ou mesmo todas as noites, dependendo do estado de espírito do Makura-gaeshi.


The Nightmare, by Henry Fuseli (1781)

Talvez o exemplo histórico mais famoso de paralisia do sono encontra-se expressa na arte, uma pintura de 1781 de Henry Fuseli, intitulada “The Nightmare”. Esta pintura apresenta muitos dos sintomas clássicos da paralisia do sono. A figura central é retratada deitada de costas com um demônio sentado em seu peito, e criaturas estranhas ao fundo.

Kanashibari: O Folclore no Mundo

Ataques de paralisia do sono e os atacantes noturnos são parte integrante do folclore, está enraizada na cultura de muitos países. A crença no fenômeno é antiga, gerou muitas lendas que, ainda hoje, assombram o imaginário de muitos povos ao redor do Mundo.

•No folclore escandinavo, a paralisia do sono é causada por uma égua, uma criatura sobrenatural relacionada com íncubos e súcubos. A égua é uma mulher maldita, e seu corpo amaldiçoado é levado misteriosamente durante o sono e sem que ela percebesse. Neste estado, ela visita moradores a se senta em seu peito enquanto eles estão dormindo, fazendo-os experimentar os mais terríveis pesadelos.

•Em muitas partes do sul dos Estados Unidos, o fenômeno é conhecido como sopro de bruxa. Durante os julgamentos das bruxas de Salem, várias pessoas relataram ataques noturnos de vários supostos feiticeiros, incluindo Bridget Bishop, que pode ter sido causada por paralisia do sono.

•No México, acredita-se que isso é causado pelo espírito de uma pessoa morta. Este fantasma se deita sobre o corpo na cama, deixando-o incapaz de se mover. As pessoas se referem a isso como “subirse el muerto” (pessoa morta sobre você).

•Na Tailândia acredita-se que o desconforto da paralisia do sono é causado por um fantasma do folclore tailandês conhecido como Phi Am ( Thai : ผีอำ ). Algumas pessoas afirmam que esse espírito pode até causar hematomas. Histórias sobre este espírito são comuns em quadrinhos tailandeses.

Na cultura vietnamita, a paralisia do sono é conhecida como “ma de”, que significa “segurado por um fantasma”. Muitas pessoas nesta cultura acreditam que fantasmas entram no corpo das pessoas causando a paralisia.

Na China, paralisia do sono é conhecida como “压身 (pinyin: guǐ yā shēn) ou “压床 (pinyin: guǐ yā chuáng), o que pode ser traduzido literalmente como “corpo pressionado por um fantasma” ou “cama pressionada por um fantasma”.

No Brasil, existe uma lenda sobre um ser mitológico chamado de pisadeira “ela que pisa”. segundo a qual, durante o sono, uma mulher lendária pisa sobre o peito da pessoa que está dormindo, enquanto esta vê tudo e não pode fazer nada.

FONTE: http://www.cacadoresdelendas.com.br/japao/kanashibari-paralisia-sono/


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Sexta Sombria em: Mansão Winchester - A Casa Mais Mal Assombrada da História


Sexta Sombria Winchester Mystery House






A "Winchester Mystery House" é uma mansão em San Jose, Califórnia, que já foi a residência pessoal de Sarah Winchester, a viúva do magnata das armas, William Wirt Winchester. Localizado no 525 South Winchester Blvd. em San Jose, a mansão em estilo vitoriano é conhecida por seu tamanho, suas curiosidades arquitetônicas e sua falta de qualquer plano de construção. É um marco histórico da Califórnia e a casa está protegida pelo Registro Nacional de Lugares Históricos. Ele é de propriedade privada e hoje serve como uma atração turística.

A história começa em 1862, nos Estados Unidos, quando uma jovem chamada Sarah Pardee se casa com William Wirt Winchester, dono da famosa fábrica de rifles Winchester. Foi esta fábrica que desenvolveu um rifle que seria na época o mais rápido de todos, o que tornou a família Winchester uma das mais ricas dos Estados Unidos.
E foi nesse período que nasceu a pequena Anne Parde Winchester, Filha de William e Sarah. Mas infelizmente a criança faleceu um mês depois de uma rara doença, o que deixou Sara inconsolável. Ela entrou em um luto profundo, sua dor levou quase 10 anos para se curar. O casal jamais teve outro filho. E como se não bastasse todo esse sofrimento, em 7 de março de 1881, 15 anos depois da morte da filha, William Winchester morre de tuberculose e Sarah entra em uma violenta depressão.

Motivo da construção

Alguns dias após a morte de William, em uma noite, Sarah ouve barulhos, gritos ensurdecedores e batidas por toda a casa, o fenômeno se mantêm assim por muitos dias seguidos.
Completamente desesperada, Sarah resolve ir até um centro espírita em Boston, para descobrir o que estava acontecendo, e a médium que em uma sessão lhe informa que William, seu marido, está ali com ela e tem uma mensagem. Ele conta que os espíritos atormentados das pessoas cujas mortes foram causadas por armas Winchester a rodeiam. Estão vagando perdidos ao redor dela e com muito ódio.
E o mais assustador: São essas almas que mataram sua filha Anne e o próprio William!
Ele também disse para Sarah tomar cuidado, pois seria a próxima a morrer. A médium então lhe aconselha a mudar de casa, diz que William a guiaria para o novo lar ao qual ela deveria comprar e fazer a mudança. Essa casa deveria ser reformada para que os espíritos de luz pudessem protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem e se ficassem distantes.
Sarah então viaja por todo o país, e em 1884 no Vale de Santa Clara em San Jose na California, ela encontra uma casa de 6 cômodos, inacabada, ainda em obras e sente que é aquela casa que deve ser comprada. Então ela inicia uma reforma, a obra jamais poderia terminar segundo o que a médium havia lhe dito, novos quartos e cômodos deveriam ser construídos na esperança de viver em paz. No entanto, a nova casa não parou os espíritos, que continuavam a assombrá-la, vozes e sons eram ouvidos constantemente na casa.
Um Assustador Jogo de Horrores

Sarah destruía e reconstruía cômodos sem parar. Aumentava, diminuía, construía um
quarto em torno de outro. Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas que não davam em lugar algum. Também haviam portas que ao se abrirem davam para um vão vazio e quartos com passagens secretas, assim como também labirintos e armários que ao se abrirem mostravam só paredes.

Tudo isso ela fazia para confundir e desencorajar os espíritos sem luz que ali entrassem. As obras na casa nunca paravam. Os trabalhadores se revezavam para que 24 horas por dia se ouvisse os martelos e ferramentas na construção.
Sarah nunca tinha um projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos. O chefe de obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria naquele momento, sendo que no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia anterior e reconstruir de outra forma. Assim os espíritos poderiam ficar mais e mais confusos.
Foi construída uma sala, chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era viva. Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Reza a lenda que o quarto foi construído como um PORTAL para o outro mundo, e que ali ela recebia os espíritos durante as sessões.
Veja agora um trecho da reportagem feita pelo programa Fantástico, da rede globo, onde o repórter mostra o famoso quarto azul.

Antes do terremoto de 1906, a casa tinha sete andares de altura, mas hoje tem apenas quatro andares. A casa é predominantemente feita de pau-brasil, madeira preferida da viúva. Foram usados cerca de 78.000 litros de tinta para pintar a casa. A casa em si é construída usando uma base flutuante que se acredita ser o motivo do seu desabamento parcial no no terremoto de 1906 e 1989.
Foram mais de 38 anos construindo corredores tortuosos, um labirinto de escadas e portas levando a lugar nenhum.

Somente em 1922, quando Sarah morreu aos 85 anos, as construções pararam. O investimento foi de quase 5,5 milhões de dólares.


Curiosidades


A Mansão Winchester foi construída em consideração aos fantasmas, com toda a arquitetura esquisita feita tanto para os fantasmas, que eram para ficar presos na mansão e para os fantasmas ruins, que com isso não conseguiriam entrar na Mansão.
A casa ficou com 40 quartos, 47 lareiras, 13 banheiros, 52 clarabóias, quase 10.000 janelas, 600 portas e 3 elevadores.
Leva em torno de 4 horas para visitar a mansão inteira segundo uma reportagem feita pelo programa fantástico da rede globo.
Algumas coisas bem estranhas, foram feitas para os espíritos como por exemplo: Uma escada que acaba no teto, portas altas para fantasmas maiores e portas estreitas para fantasmas pequenos, uma escadaria em ziguezague com sete desvios e quarenta e quatro degraus, onde chega-se ao topo subindo três metros, uma porta que se abre para um vão cuja queda corresponderia a dois andares e diversas passagens secretas.
Todas as posses de Sarah, foram para a sua sobrinha e sua secretária pessoal. Sua sobrinha, em seguida, levou tudo o que ela queria e vendeu o resto em um leilão privado.
A mansão foi vendida em um leilão para um investidor local por 135.000 dólares. Em fevereiro de 1923, cinco meses após a morte de Winchester, a casa foi aberta ao público, com Mayme Brown servindo como o primeiro guia de turismo.
Hoje a casa é propriedade de Winchester Investments LLC, uma empresa privada que representa os descendentes de John e Mayme Brown. A casa mantém toques exclusivos que refletem as crenças da Sra.Winchester.
Shara Smith trabalha na casa, e conta que a primeira vez que ficou sozinha entrou em um dos quartos fechados:
“A porta se fechou atrás de mim e deu para sentir uma enorme pressão lá dentro, parecia que as paredes se aproximavam. Eu quis sair de lá o mais depressa possível.”, disse ela.
Jonh e Jack Sttubert, que também trabalham na mansão, concordam que o quarto é uma passagem para o outro mundo. “Eu me virei, olhei para o corredor e vi um homem parado lá. Então ele desapareceu e eu desci para ver se havia alguém na casa, mas não havia ninguém lá. Nunca acreditei em espíritos, fantasmas ou qualquer coisa assim, mas agora eu acredito que tenha algo ruim nessa casa.”, disse Jack.
Segue abaixo link do canal CurioMystery no Youtube com o vídeo dessa matéria.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A história secreta do Ano Novo














A história Secreta do Ano Novo


A sensação é poderosa. No dia 31 de dezembro você sabe que um ano zero-quilômetro vai tomar o lugar do velho, que já deu tudo o que tinha que dar. Hora de todo mundo se reunir para ver fogo no céu, fazer oferenda para Iemanjá, pular 7 ondinhas, abraçar qualquer estranho que estiver por perto. É a maior festa da humanidade. A grande celebração ao ciclo da vida, que agora recomeça.





RÉVEILLON
Mesopotâmia, 2000 a.C.

Povos da Mesopotâmia celebravam o ano novo há cerca de 4 mil anos. Normalmente, a passagem era determinada pelas fases da lua ou pelas mudanças das estações. Não em 1º de janeiro, que só virou dia do ano novo em 1582, com a introdução do calendário gregoriano no Ocidente. Até então, o Réveillon era festejado em 23 de março, coincidindo com o início da primavera no hemisfério norte, época em que as novas safras são plantadas. Daí a ideia de “recomeço”. Não por acaso, réveiller, em francês, quer dizer “acordar”. 

No Brasil, o branco virou padrão por simbolizar luz e bondade. Mas os hábitos variam muito de país para país. Por exemplo, dinamarqueses sobem em cadeiras para pular à meia-noite (preparar-se para os desafios) e peruanos arrumam malas e dão uma volta no quarteirão (para realizar o sonho de viajar).
Mas espera um pouco. Que ciclo? Que recomeço? 

A geometria da vida é implacavelmente reta: você fica mais velho a cada virada de ano e pronto. Não acontece nada de sobrenatural na meia-noite do dia 1º. Concorda? 

Se você pensou “concordo”, provavelmente está mentindo. Para si mesmo, até. A ilusão de que as viradas de ano significam algo – algo grande e bom – é universal. E é graças a ela que você está aqui, vivo.

Isso porque cada um de nós descende de alguém que sobreviveu à maior crise econômica da história. A única que teve potencial para riscar a humanidade da face da Terra. Ela aconteceu há milhares de anos, quando a única coisa que nós conhecíamos como trabalho era caçar. Às vésperas de 11000 A.C., o modo de vida dos caçadores estava no auge. O homem, àquela altura, tinha uma arma com a qual nenhum outro predador contava: a religião. Não exatamente aquilo que vem à nossa cabeça quando pensamos em religião, mas algo realmente abstrato: a ideia de acreditar que existe alguma coisa maior, além da vida. Isso é um instinto básico da nossa mente. E por ser algo comum a todos ele tornava as tribos mais coesas em torno dos ritos espirituais e divindidades que cada uma criava. Agora, unidos, cada vez mais numerosos e habilidosos, os Homo sapiens tinham virado os maiores predadores que a Terra já vira. Era um momento de euforia. Só que, como toda euforia, essa também era irracional.

A caça indiscriminada tinha diminuído a quantidade de animais selvagens disponíveis por aí. Para piorar, um miniaquecimento global fez rarear presas das boas, como bisões e mamutes (nota: daquela vez o aquecimento não foi culpa nossa, era só o fim de mais uma Era Glacial). O ponto é que a escassez de proteína animal colocou em xeque o modo de vida dos nossos antepassados caçadores.

Isso não aconteceu de uma tacada só no planeta todo, note bem. Naqueles dias a vida era em tribos de 100, 150 pessoas que, quando entravam em contato umas com as outras, era para guerrear. Cada uma viveu uma escassez a seu tempo. E foi mais de uma. Só que, olhando daqui de longe, a junção desses problemas esparsos pode ser vista como uma grande crise global.

Mas e para sair dessa crise? Bom, a solução foi parecida com a de hoje. O que os Bancos Centrais fizeram para aplacar a crise global que começou em 2008 foi imprimir dinheiro (tanto lá fora como no Brasil). 

Em 11000 A.C. decidiram imprimir outra coisa: comida. Na terra. Cultivar sementes e esperá-las crescer era o jeito de conseguir as calorias que a caça não dava mais.

Só que aí veio uma surpresa: essa técnica, a agricultura, permitia sustentar de 10 a 100 vezes mais pessoas no mesmo espaço físico. Os que optaram por esse caminho cresceram e se multiplicaram. Mas eles só conseguiram isso porque inventaram um novo Deus: O Calendário.

No culto da passagem dos dias esperando as sementes darem fruto, a humanidade descobriu um ótimo método para saber as épocas certas de plantar: observar a posição das estrelas e a trajetória do Sol ao longo do ano. Fazer a leitura do céu era tão essencial para a agricultura, que povos de todos os cantos do mundo aprenderam isso.

E assim dominaram algo que parecia sobrenatural: os ciclos do tempo. Mas pragmatismo científico nunca foi o nosso forte como espécie. E é por isso que o céu foi tratado como divindade. Só o fato de você saber seu signo já se trata de uma herança dessa época – as 12 constelações do zodíaco são nada mais que os conjuntos de estrelas mais usados para marcar as estações do ano.

Esse mesmo impulso de divinizar as coisas que levou à felicidade instintiva de se entregar a rituais como pular 7 ondas. E é esse impulso que faz a vida parecer feita de ciclos. As colheitas é que são de fato cíclicas. Ao divinizá-las, nossos ancestrais imprimiram na cultura humana a ideia de que a própria vida se renova a cada ano. E festejar essas renovações era fundamental para que continuássemos vivos. Olha só. O Ano-Novo é uma das festas para marcar o auge do frio no hemisfério norte – a outra é o Natal. Na ausência de um instinto biológico tão forte quanto o das formigas para acumular comida para o inverno, a sensação de que um evento superimportante estava para acontecer bem no meio da estação fria fazia nossos ancestrais agir exatamente como elas, economizando para ter banquetes na época de fome. E cada geração transmitiu para suas crianças que aquele era o momento mais especial do ano. Era mesmo. E ainda é. Trata-se do momento em que comemoramos a sobrevivência da espécie humana.


domingo, 24 de dezembro de 2017

Anestesia







Anestesia

A descoberta da anestesia foi uma das inovações clínicas que revolucionaram a cirurgia. A anestesia com éter foi descoberta em Boston na década de 1840. 

Anos antes, em 1831, o clorofórmio havia sido elaborado. O médico escocês Sir James Simpson de Edimburgo foi o primeiro a usá-lo como anestésico em 1847, mas só foi largamente aceito na medicina por volta de 1853.

A única anestesia conhecida até o momento era feita à base de álcool e pólvora, aplicada no paciente por via oral. Normalmente ele era segurado pelos assistentes enquanto mordia algo para não gritar, até que a operação terminasse. Geralmente eram feitas desta forma amputações, consideradas na época como “grandes cirurgias”.

Embora os pacientes aguentassem dores extraordinárias, havia uma busca urgente por analgésicos. Para aliviar a dor, eram combinadas várias substâncias, a maior parte delas extraída de plantas “medicinais”. Às vezes, a mistura ficava muito forte e o paciente morria por overdose.

Nos anos 1800, boa parte das pessoas buscava na religião, ou nelas mesma, a força para suportar a dor, que era vista como uma punição de Deus para os perversos e como purificadora da alma para os bons.



A anestesia com éter foi introduzida nos EUA em 1846, e com clorofórmio, no Reino Unido, em 1847. A inalação dos vapores desses compostos não apenas colocava as pessoas para “dormir”, tornando-as insensíveis à dor, mas seu uso significava que os pacientes se “tornaram inconscientes à tortura”. Assistir a um filme antigo de guerra é, de fato, presenciar tortura a sangue frio.

Essa grande invenção na história da medicina não só beneficiou os pacientes, como também tornou mais fácil a vida dos cirurgiões, que não tinham mais que lidar com pacientes desesperados contorcendo-se de dor na mesa de cirurgia durante uma amputação, ou com uma fuga precipitada.

A anestesia em cirurgia plástica tem uma função fundamental. Ela permite que a paciente passe pelo procedimento de forma confortável, com segurança e sem dor. Porém esse assunto costuma ser temido pelas pessoas e gera polêmica sobre os riscos que traz.

Para você, a anestesia em cirurgia plástica gera muitas dúvidas?

A pessoa mais indicada para esclarecer as questões sobre esse assunto é o anestesista. Ele é quem avalia as condições clínicas da paciente e permite ou não que ela seja operada.

Você vai ver a seguir:

Anestesia em cirurgia plástica
A importância da Avaliação Pré-anestésica (APA)
O papel do médico anestesista durante a cirurgia

Anestesia em cirurgia plástica

 Assim como você espera encontrar o melhor cirurgião plástico de SP, você também tem que procurar pelo melhor anestesista.
A segurança e o sucesso da cirurgia se dão pela junção desses dois profissionais. Por isso, fuja de clínicas que não oferecem uma avaliação Pré-Anestésica e, até mesmo, que não tenham uma equipe de anestesistas interna.
Avaliação Pré-Anestésica (APA)

Riscos anestesia geral

Esse é o momento ideal para você ter uma explicação sobre os riscos da anestesia geral ou sobre qual é a técnica utilizada no procedimento cirúrgico que você vai fazer.
A Avaliação Pré-Anestésica é uma consulta obrigatória que deve ocorrer antes da cirurgia. A paciente deve exigir e agendar, mesmo que já tenha passado por uma consulta com um cirurgião plástico.

Aprovada em 2006, a APA deve ser realizada alguns dias antes da data do procedimento cirúrgico.

Na consulta, o médico vai avaliar:

  • As condições clínicas da paciente
  • Seu uso de remédios
  • As alergias que ela apresenta

O profissional também vai te orientar com relação aos procedimentos pré-operatórios.
Você deve saber que a Avaliação Pré-Anestésica é um dever do anestesista, regulamentada pela resolução 1802 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

As clínicas que não oferecem esta avaliação estão infringindo a legislação médica e adotando uma conduta antiética. Por isso, exija o seu direito! É extremamente importante procurar um anestesista para obter as orientações sobre a cirurgia plástica.

No entanto, a participação do anestesista não termina com a APA. Durante a cirurgia, ele é o responsável por monitorar e controlar os sinais vitais da paciente.

O profissional irá escolher a melhor técnica anestésica a ser aplicada. De acordo com o Dr. Fabrício dos Santos Veloso, Diretor Clínico da Dream Plastic e Mestre em Anestesiologia pela Universidade de São Paulo (USP).

As técnicas podem ser divididas em quatro tipos principais:

  • Local
  • Raquidiana
  • Geral
  • Peridural

Quer saber a diferença entre as quatro técnicas? Confira em: Anestesia peridural para cirurgia plástica e os demais tipos de anestesia.

Qual a diferença entre as técnicas anestésicas?

Local com sedação
É indicada para procedimentos superficiais e de curta duração.
“É uma técnica similar à aplicada pelos dentistas. Assim, ela é ideal para cirurgias faciais.”, resume o Dr. Fabrício.

Raquidiana
É mais realizada em procedimentos de membros inferiores ou na região intra-abdominal.
“Ela permite que se obtenha a anestesia sensorial e motora abaixo do abdômen. Esta opção dificilmente é indicada para cirurgias plásticas.”, explica o especialista.

Geral
Esta opção oferece mais riscos para a paciente, possibilitando o aparecimento de trombose venosa profunda, por isso deve ser evitada sempre que possível.

“Esta técnica é caracterizada pelo coma induzido com medicamentos e o uso de ventilação mecânica por meio de respirador”, explica o Dr. Veloso.

Peridural
De acordo com o Dr. Veloso, a melhor opção para substituir a geral é a peridural, usada frequentemente em partos.

Na peridural, o médico utiliza medicamentos de anestesia local e de sedação. Essas substâncias combinadas permitem que a sensibilidade de determinada região do corpo seja bloqueada, atingindo-se o efeito necessário para uma cirurgia segura e sem dor.

As vantagens de optar pela peridural:

Reduz a chance de ocorrência de trombose venosa profunda
Apresenta recuperação pós-operatória e alta hospitalar mais rápida
Tem um controle de dor mais eficaz.

Os médicos preferem utilizar a anestesia peridural para cirurgia plástica. Assim, se o anestesista consultado sugerir outro tipo, você deve questioná-lo quanto à possibilidade de usar a peridural.

Se você deseja marcar sua consulta em uma clínica que tem uma equipe interna de anestesistas e cumpre a lei da consulta pré-anestésica. Ligue, agende a sua consulta e conheça profissionais especializados.

Você pode agora ver o vídeo no Youtube, canal CurioMystery sobre Anestesia.



Fontes

Traduzido e adaptado de:

ANESTHESIA. IN: Keys – volume único. Floriano Guérios, Edson Cortiano, Fernanda Rigoni. São Paulo, Saraiva, 2006, p. 352.