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Tudo bem com vocês, quer estudar inglês, verdade, é muito importante aprender inglês, mas evitem cair em enrrascadas como está que estou contando site Reclame Aqui. Mas antes de ler tudo que tem abaixo em detalhes, para um melhor entendimento de todo o ocorrido eu recomendo que assista o vídeo que gravei no meu canal YouTube CurioMystery.
Olá, fui aluno na escola Wise Up Franqui em São José dos Campos - SP durante os praticamente 4 anos, desde o dia 08 de setembro de 2014, tempo mais que suficiente para o término do curso, já que a escola alega ser o tempo mínimo 18 meses de curso, quanto a isso a escola não tem culpa alguma, por várias vezes fiquei meses e meses pagando mensalidade e sem ter condições de comparecer, só que chegamos numa situação atual que a grade de horários e quantidade de professores, que possibilitam chegar nessa grade de horário possa me atender, sinceramente eu já estou cansado de jogar dinheiro fora, ficar pagando e não ter condições de comparecer, a grade de horário que me foi apresentada, não possibilita que eu frequente nenhuma aula, me sugeriram um rodízio, mas sinceramente se com um dia e horário certo já estava complicado por conta do meu trabalho, imagina nesse rodízio.
Quero acrescentar, que a escola nos impõe um aviso prévio de 30 dias, ou seja, você paga para não usar!!! Porém, não existe aviso prévio algum em relação aos professores, simplesmente você vem para aula e o professor já é outro, alegam ser de responsabilidade administrativa o que claramente é de responsabilidade pedagógica,
esse tipo de procedimento prejudica e muito a continuidade do aluno em cada módulo, porém isto para escola não tem valor algum, o importante é colocar alguém lá e assim manter o horário, sem se importa se a mudança prejudique ou não o andamento pedagógico do aluno.
Por isso solicitei rescisão contratual. Em contato com Michelle, a mesma me informa que eu deveria
pagar além do valor da última mensalidade (que já foi paga dia 12/03/2018) que também não consegui usufruir dos serviços, eu tenho que pagar por mais 30 dias como aviso prévio pelo fato de estar solicitando ontem (27/03/2018).
Porque uma empresa forja um contrato para um cliente que quando no momento de seu cancelamento tenha de pagar mais um mês por algo que a pessoa não vai mais utilizar?
Mas se como tudo isso não fosse o bastante, mesmo depois de toda longa conversa de ontem 27/03/2018 eu recebi hoje 28/03/2018 - Quarta-feira o boleto de cobrança da escola Wise Up!!!!
Eu tinha agendado uma visita para amanhã 29/03/2018 às 14:00 horas, para conversar com a Michelle, onde eu já havia avisado que nenhum argumento por ela dado iria me fazer mudar de opinião em relação ao pagamento desse aviso prévio abusivo, mesmo marcarmos, porém ao receber justamente no dia seguite a nossa conversa um boleto de cobrança, eu novamente entrei em contato com a escola via
Whatsapp, em resumo ela fez uma avaliação pessoal ao meu respeito onde me descreve como ...
Vejam:
A única coisa que desejo é o justo, pagar por um serviço que foi prestado, depois de quatro anos a escola ainda quer me cobrar aviso prévio! Chegaaaaaaa!!! O brasileiro deve parar de ser inerte, deve para de aceitar tudo aquilo os impõe, deve reclamar sim, quando se sente prejudicado e lesado, e sim deve divulgar, fazer com que outros saibam que podemos vencer e superar as injustiças, absurdos e arbritariedades que fazem conosco todos os dias, vejam aqui, um aluno conseguiu a isenção dessa taxa absurda, vejam abaixo e mais detalhes no link.
A Fantástica
e Talentosa Young Magician Issy Simpson
A jovem e
fantástica Issy chegou até a final do show do ano passado com apresentações de
puro talento.
Mas quem é
Issy Simpson?
Issy Simpson
é uma pequena feiticeira de 8 anos de idade que surpreendeu os juízes na sua
primeira audição.
A artista
infantil fez Simon Cowell escolher um número de página de um dos três livros
que trouxe com ela e, em seguida, fez com que Alesha Dixon escolhesse uma
palavra aleatória dessa página.
Ela então revelou que escreveu a palavra que
Alesha escolheu em um quadro negro antes do show, deixando os juízes
boquiabertos e em completo espanto.
Ela então
atordoou Simon ao revelar que ela estava usando uma camiseta com uma foto onde
ele estava segurando a carta que havia escolhido no início do show.
Issy adora
os personagens Harry Potter, Hermione Granger e é inspirada pela amada série em
suas performances mágicas.
Então, ficou
encantada quando Simon disse: "Esta é a vida real Harry Potter. Não sei
como você faz isso. Você tem poderes mágicos".
Veja abaixo os vídeos postados no YouTube e TopBuzz
Para ver o vídeo no TopBuzz clique no link abaixo:
Kanashibari
é o termo japonês para a paralisia do sono, significa literalmente “atado ao
metal”, um fenômeno no qual uma pessoa, ao cair no sono ou acordar, experimenta
temporariamente uma incapacidade de se mover. Ela é frequentemente associada
com visões aterrorizantes, um pesadelo onde o mundo real e dos sonhos se
misturam.
Histórias
sobre Kamashibari são antigas e estão presentes em muitas culturas, e a maioria
são atribuídas a uma força sobrenatural dominante que geralmente se apresenta
sobre o corpo. O Kanashibari pode até mesmo ser causada por seres humanos,
geralmente sacerdotes ou feiticeiros. Apesar de não ser realmente fatal, esta é
uma experiência aterrorizante para a vítima.
Segue abaixo o video do canal CurioMystery no YouTube sobre A Terrível Paralisia do Sono.
Kanashibari:
Origens
Cena do
Filme Ju-on
História
O fenômeno
da paralisia do sono pode ser reconhecido em relatórios, em diferentes culturas
e ao longo da história.
Do ponto de
vista fisiológico, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como
uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia
do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia
corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover.
Na história
da medicina ocidental, a paralisia do sono tem sido documentada há pelo menos
300 anos. Kompanje, em 2008 descreve um relatório de 1664, o caso do médico
holandês, Van Isbrand Diemerbroeck, intitulado “Of the Night-mare”. Ele
descreve os sintomas de uma paciente:
“… No tempo
da noite, quando ela estava compondo-se para dormir, às vezes ela acreditava
que o diabo estava em cima dela e segurou-a, por vezes, ela foi sufocada por um
grande cão ou ladrão deitada sobre o peito, de modo que ela não poderia falar
ou respirar e quando ela se esforçou para jogar fora o fardo, ela não foi capaz
de mexer os seus membros.”, Citação literal de Van Diemerbroeck.
O termo
Kanashibari, que significa “amarrar com uma corda de ferro” é derivado da magia
de Fudoh-Myohoh, um Deus budista. A ideia de ser amarrado vem da crença antiga
de que os monges budistas vingativos podiam usar a magia para paralisar pessoas
como se estivessem presos em uma corda de metal.
No folclore
Oriental, a forma mais comum de kanashibari vem do sentido de posse. Quando uma
pessoa está possuída por um Inugami, kitsune, tanuki, entre outros, um dos
possíveis sintomas que podem desenvolver é a imobilidade ou paralisia do sono.
Este tipo de posse pode às vezes ser superado se um shugenja (uma espécie de
sacerdote) recitar sutras budistas para expulsar o espírito do Yokai de seu corpo. Uma vez que, expulso o
espírito, o kana-shibari desaparece e tudo pode voltar ao normal.
Kanashibari:
Lendas
Existe uma
série de lendas sobre Kanashibari, e cada uma aponta para uma causa diferente.
O conto de Kiyohime apresenta uma passagem onde a donzela, com desejo de
vingança, furiosamente persegue seu amado, o monge Anchin. Tentando escapar de
seus avanços, Anchin pede ao sacerdote de um santuário Kumano para ajuda-lo. O
sacerdote então, prende Kiyohime em uma armadilha kana-shibari, dando tempo ao
monge para fugir.
O fenômeno
Kanashibari, ainda, pode ser provocado por fantasmas (yureis). Um conto famoso
vem de uma história de fantasmas (kaidan) popular em Iwate. Há muitas variações,
mas geralmente, no meio da noite, uma pessoa acorda com um sentido ameaçador,
puro pressentimento de pavor. Percebe que
não pode se mover, mesmo que esteja acordada. Ela sente como se garras
poderosas a estivessem segurando com força, mantendo-a imóvel. De repente, uma
força invisível a puxa pelas pernas e arrasta-a para fora de sua cama,
geralmente na direção de uma janela aberta, um rio, ou em algum outro lugar
perigoso! Depois de uma luta desesperada, a pessoa finalmente se desprende da
paralisia do sono, e vê o fantasma de uma mulher de meia idade aterrorizante
subindo ao teto.
Outros tipos
de Yokais (criaturas sobrenaturais) podem infligir o Kanashibari. Conta-se que
Makura-gaeshi, uma espécie de Zashiki-warashi (criança fantasma do quarto), da prefeitura
de Ishikawa, assombra quartos à noite, lançando-se sobre os travesseiros de
dormir dos hóspedes. Vítimas às vezes acordam no meio da noite, sentindo um
peso esmagador em seu peito, e encontram o fantasma de uma criança pequena
sentada sobre eles. Isso pode ocorrer de forma esporádica, ou mesmo todas as
noites, dependendo do estado de espírito do Makura-gaeshi.
The
Nightmare, by Henry Fuseli (1781)
Talvez o
exemplo histórico mais famoso de paralisia do sono encontra-se expressa na
arte, uma pintura de 1781 de Henry Fuseli, intitulada “The Nightmare”. Esta
pintura apresenta muitos dos sintomas clássicos da paralisia do sono. A figura
central é retratada deitada de costas com um demônio sentado em seu peito, e
criaturas estranhas ao fundo.
Kanashibari:
O Folclore no Mundo
Ataques de
paralisia do sono e os atacantes noturnos são parte integrante do folclore,
está enraizada na cultura de muitos países. A crença no fenômeno é antiga,
gerou muitas lendas que, ainda hoje, assombram o imaginário de muitos povos ao
redor do Mundo.
•No folclore
escandinavo, a paralisia do sono é causada por uma égua, uma criatura
sobrenatural relacionada com íncubos e súcubos. A égua é uma mulher maldita, e
seu corpo amaldiçoado é levado misteriosamente durante o sono e sem que ela
percebesse. Neste estado, ela visita moradores a se senta em seu peito enquanto
eles estão dormindo, fazendo-os experimentar os mais terríveis pesadelos.
•Em muitas
partes do sul dos Estados Unidos, o fenômeno é conhecido como sopro de bruxa.
Durante os julgamentos das bruxas de Salem, várias pessoas relataram ataques
noturnos de vários supostos feiticeiros, incluindo Bridget Bishop, que pode ter
sido causada por paralisia do sono.
•No México,
acredita-se que isso é causado pelo espírito de uma pessoa morta. Este fantasma
se deita sobre o corpo na cama, deixando-o incapaz de se mover. As pessoas se
referem a isso como “subirse el muerto” (pessoa morta sobre você).
•Na
Tailândia acredita-se que o desconforto da paralisia do sono é causado por um
fantasma do folclore tailandês conhecido como Phi Am ( Thai : ผีอำ ). Algumas pessoas afirmam que esse
espírito pode até causar hematomas. Histórias sobre este espírito são comuns em
quadrinhos tailandeses.
•Na cultura vietnamita, a paralisia do
sono é conhecida como “ma de”, que significa “segurado por um fantasma”. Muitas
pessoas nesta cultura acreditam que fantasmas entram no corpo das pessoas
causando a paralisia.
•Na China, paralisia do sono é
conhecida como “鬼压身” (pinyin: guǐ yā shēn) ou “鬼压床” (pinyin: guǐ yā chuáng), o que pode
ser traduzido literalmente como “corpo pressionado por um fantasma” ou “cama
pressionada por um fantasma”.
•No Brasil, existe uma lenda sobre um
ser mitológico chamado de pisadeira “ela que pisa”. segundo a qual, durante o
sono, uma mulher lendária pisa sobre o peito da pessoa que está dormindo,
enquanto esta vê tudo e não pode fazer nada.
A "Winchester
Mystery House" é uma mansão em San Jose, Califórnia, que já foi a
residência pessoal de Sarah Winchester, a viúva do magnata das armas, William
Wirt Winchester. Localizado no 525 South Winchester Blvd. em San Jose, a mansão
em estilo vitoriano é conhecida por seu tamanho, suas curiosidades
arquitetônicas e sua falta de qualquer plano de construção. É um marco
histórico da Califórnia e a casa está protegida pelo Registro Nacional de
Lugares Históricos. Ele é de propriedade privada e hoje serve como uma atração
turística.
A história começa em
1862, nos Estados Unidos, quando uma jovem chamada Sarah Pardee se casa com
William Wirt Winchester, dono da famosa fábrica de rifles Winchester. Foi esta
fábrica que desenvolveu um rifle que seria na época o mais rápido de todos, o
que tornou a família Winchester uma das mais ricas dos Estados Unidos.
E foi nesse período que
nasceu a pequena Anne Parde Winchester, Filha de William e Sarah. Mas
infelizmente a criança faleceu um mês depois de uma rara doença, o que
deixou Sara inconsolável. Ela entrou em um luto profundo, sua dor levou quase
10 anos para se curar. O casal jamais teve outro filho. E como se não bastasse
todo esse sofrimento, em 7 de março de 1881, 15 anos depois da morte da filha,
William Winchester morre de tuberculose e Sarah entra em uma violenta
depressão.
Motivo da construção
Alguns dias após a morte
de William, em uma noite, Sarah ouve barulhos, gritos ensurdecedores e batidas
por toda a casa, o fenômeno se mantêm assim por muitos dias seguidos.
Completamente
desesperada, Sarah resolve ir até um centro espírita em Boston, para
descobrir o que estava acontecendo, e a médium que em uma sessão lhe informa
que William, seu marido, está ali com ela e tem uma mensagem. Ele conta que os
espíritos atormentados das pessoas cujas mortes foram causadas por armas
Winchester a rodeiam. Estão vagando perdidos ao redor dela e com muito ódio.
E o
mais assustador: São essas almas que mataram sua filha Anne e o próprio
William!
Ele também disse para
Sarah tomar cuidado, pois seria a próxima a morrer. A médium então lhe
aconselha a mudar de casa, diz que William a guiaria para o novo lar ao qual
ela deveria comprar e fazer a mudança. Essa casa deveria ser reformada para que
os espíritos de luz pudessem protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem e se
ficassem distantes.
Sarah então viaja por
todo o país, e em 1884 no Vale de Santa Clara em San Jose na California, ela
encontra uma casa de 6 cômodos, inacabada, ainda em obras e sente que é aquela
casa que deve ser comprada. Então ela inicia uma reforma, a obra jamais poderia
terminar segundo o que a médium havia lhe dito, novos quartos e cômodos deveriam
ser construídos na esperança de viver em paz. No entanto, a nova casa não parou
os espíritos, que continuavam a assombrá-la, vozes e sons eram ouvidos
constantemente na casa.
Um Assustador Jogo de Horrores
Sarah destruía e
reconstruía cômodos sem parar. Aumentava, diminuía, construía um
quarto em
torno de outro. Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas
que não davam em lugar algum. Também haviam portas que ao se abrirem davam para
um vão vazio e quartos com passagens secretas, assim como também labirintos e
armários que ao se abrirem mostravam só paredes.
Tudo isso ela fazia para
confundir e desencorajar os espíritos sem luz que ali entrassem. As obras na
casa nunca paravam. Os trabalhadores se revezavam para que 24 horas por dia se
ouvisse os martelos e ferramentas na construção.
Sarah nunca tinha um
projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos. O chefe de
obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria naquele
momento, sendo que no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia
anterior e reconstruir de outra forma. Assim os espíritos poderiam ficar mais e
mais confusos.
Foi construída uma sala,
chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era
viva. Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Reza a lenda que o
quarto foi construído como um PORTAL para o outro mundo, e que ali ela recebia
os espíritos durante as sessões.
Veja agora um trecho da
reportagem feita pelo programa Fantástico, da rede globo, onde o repórter
mostra o famoso quarto azul.
Antes do terremoto de
1906, a casa tinha sete andares de altura, mas hoje tem apenas quatro andares.
A casa é predominantemente feita de pau-brasil, madeira preferida da viúva.
Foram usados cerca de 78.000 litros de tinta para pintar a casa. A casa em si é
construída usando uma base flutuante que se acredita ser o motivo do seu
desabamento parcial no no terremoto de 1906 e 1989.
Foram
mais de 38 anos construindo corredores tortuosos, um labirinto de escadas e
portas levando a lugar nenhum. Somente em 1922, quando Sarah morreu aos 85 anos, as
construções pararam. O investimento foi de quase 5,5 milhões de dólares.
Curiosidades
A
Mansão Winchester foi construída em consideração aos fantasmas, com toda a
arquitetura esquisita feita tanto para os fantasmas, que eram para ficar presos
na mansão e para os fantasmas ruins, que com isso não conseguiriam entrar na
Mansão.
A
casa ficou com 40 quartos, 47 lareiras, 13 banheiros, 52 clarabóias, quase
10.000 janelas, 600 portas e 3 elevadores.
Leva em torno de 4 horas
para visitar a mansão inteira segundo uma reportagem feita pelo programa
fantástico da rede globo.
Algumas
coisas bem estranhas, foram feitas para os espíritos como por exemplo: Uma
escada que acaba no teto, portas altas para fantasmas maiores e portas
estreitas para fantasmas pequenos, uma escadaria em ziguezague com sete desvios
e quarenta e quatro degraus, onde chega-se ao topo subindo três metros, uma
porta que se abre para um vão cuja queda corresponderia a dois andares e
diversas passagens secretas.
Todas
as posses de Sarah, foram para a sua sobrinha e sua secretária pessoal. Sua
sobrinha, em seguida, levou tudo o que ela queria e vendeu o resto em um leilão
privado.
A
mansão foi vendida em um leilão para um investidor local por 135.000 dólares.
Em fevereiro de 1923, cinco meses após a morte de Winchester, a casa foi aberta
ao público, com Mayme Brown servindo como o primeiro guia de turismo.
Hoje
a casa é propriedade de Winchester Investments LLC, uma empresa privada que
representa os descendentes de John e Mayme Brown. A casa mantém toques
exclusivos que refletem as crenças da Sra.Winchester.
Shara
Smith trabalha na casa, e conta que a primeira vez que ficou sozinha entrou em
um dos quartos fechados:
“A
porta se fechou atrás de mim e deu para sentir uma enorme pressão lá dentro,
parecia que as paredes se aproximavam. Eu quis sair de lá o mais depressa
possível.”, disse ela.
Jonh e Jack Sttubert, que também trabalham na mansão, concordam que o
quarto é uma passagem para o outro mundo. “Eu me virei, olhei para o corredor e
vi um homem parado lá. Então ele desapareceu e eu desci para ver se havia
alguém na casa, mas não havia ninguém lá. Nunca acreditei em espíritos,
fantasmas ou qualquer coisa assim, mas agora eu acredito que tenha algo ruim
nessa casa.”, disse Jack.
Segue abaixo link do canal CurioMystery no Youtube com o vídeo dessa matéria.
A sensação é
poderosa. No dia 31 de dezembro você sabe que um ano zero-quilômetro vai tomar
o lugar do velho, que já deu tudo o que tinha que dar. Hora de todo mundo se
reunir para ver fogo no céu, fazer oferenda para Iemanjá, pular 7 ondinhas,
abraçar qualquer estranho que estiver por perto. É a maior festa da humanidade.
A grande celebração ao ciclo da vida, que agora recomeça.
RÉVEILLON
Mesopotâmia,
2000 a.C.
Povos da
Mesopotâmia celebravam o ano novo há cerca de 4 mil anos. Normalmente, a passagem
era determinada pelas fases da lua ou pelas mudanças das estações. Não em 1º de
janeiro, que só virou dia do ano novo em 1582, com a introdução do calendário
gregoriano no Ocidente. Até então, o Réveillon era festejado em 23 de março,
coincidindo com o início da primavera no hemisfério norte, época em que as
novas safras são plantadas. Daí a ideia de “recomeço”. Não por acaso,
réveiller, em francês, quer dizer “acordar”.
No Brasil, o branco virou padrão
por simbolizar luz e bondade. Mas os hábitos variam muito de país para país.
Por exemplo, dinamarqueses sobem em cadeiras para pular à meia-noite
(preparar-se para os desafios) e peruanos arrumam malas e dão uma volta no
quarteirão (para realizar o sonho de viajar).
Mas espera
um pouco. Que ciclo? Que recomeço?
A geometria da vida é implacavelmente reta:
você fica mais velho a cada virada de ano e pronto. Não acontece nada de
sobrenatural na meia-noite do dia 1º. Concorda?
Se você pensou “concordo”,
provavelmente está mentindo. Para si mesmo, até. A ilusão de que as viradas de
ano significam algo – algo grande e bom – é universal. E é graças a ela que
você está aqui, vivo.
Isso porque
cada um de nós descende de alguém que sobreviveu à maior crise econômica da
história. A única que teve potencial para riscar a humanidade da face da Terra.
Ela aconteceu há milhares de anos, quando a única coisa que nós conhecíamos
como trabalho era caçar. Às vésperas de 11000 A.C., o modo de vida dos
caçadores estava no auge. O homem, àquela altura, tinha uma arma com a qual
nenhum outro predador contava: a religião. Não exatamente aquilo que vem à
nossa cabeça quando pensamos em religião, mas algo realmente abstrato: a ideia
de acreditar que existe alguma coisa maior, além da vida. Isso é um instinto
básico da nossa mente. E por ser algo comum a todos ele tornava as tribos mais
coesas em torno dos ritos espirituais e divindidades que cada uma criava.
Agora, unidos, cada vez mais numerosos e habilidosos, os Homo sapiens tinham
virado os maiores predadores que a Terra já vira. Era um momento de euforia. Só
que, como toda euforia, essa também era irracional.
A caça
indiscriminada tinha diminuído a quantidade de animais selvagens disponíveis
por aí. Para piorar, um miniaquecimento global fez rarear presas das boas, como
bisões e mamutes (nota: daquela vez o aquecimento não foi culpa nossa, era só o
fim de mais uma Era Glacial). O ponto é que a escassez de proteína animal
colocou em xeque o modo de vida dos nossos antepassados caçadores.
Isso não
aconteceu de uma tacada só no planeta todo, note bem. Naqueles dias a vida era
em tribos de 100, 150 pessoas que, quando entravam em contato umas com as
outras, era para guerrear. Cada uma viveu uma escassez a seu tempo. E foi mais
de uma. Só que, olhando daqui de longe, a junção desses problemas esparsos pode
ser vista como uma grande crise global.
Mas e para
sair dessa crise? Bom, a solução foi parecida com a de hoje. O que os Bancos
Centrais fizeram para aplacar a crise global que começou em 2008 foi imprimir
dinheiro (tanto lá fora como no Brasil).
Em 11000 A.C. decidiram imprimir outra
coisa: comida. Na terra. Cultivar sementes e esperá-las crescer era o jeito de
conseguir as calorias que a caça não dava mais.
Só que aí
veio uma surpresa: essa técnica, a agricultura, permitia sustentar de 10 a 100
vezes mais pessoas no mesmo espaço físico. Os que optaram por esse caminho
cresceram e se multiplicaram. Mas eles só conseguiram isso porque inventaram um
novo Deus: O Calendário.
No culto da
passagem dos dias esperando as sementes darem fruto, a humanidade descobriu um
ótimo método para saber as épocas certas de plantar: observar a posição das
estrelas e a trajetória do Sol ao longo do ano. Fazer a leitura do céu era tão
essencial para a agricultura, que povos de todos os cantos do mundo aprenderam
isso.
E assim dominaram algo que parecia sobrenatural: os
ciclos do tempo. Mas pragmatismo científico nunca foi o nosso forte como
espécie. E é por isso que o céu foi tratado como divindade. Só o fato de você
saber seu signo já se trata de uma herança dessa época – as 12 constelações do
zodíaco são nada mais que os conjuntos de estrelas mais usados para marcar as
estações do ano.
Esse mesmo
impulso de divinizar as coisas que levou à felicidade instintiva de se entregar
a rituais como pular 7 ondas. E é esse impulso que faz a vida parecer feita de
ciclos. As colheitas é que são de fato cíclicas. Ao divinizá-las, nossos
ancestrais imprimiram na cultura humana a ideia de que a própria vida se renova
a cada ano. E festejar essas renovações era fundamental para que continuássemos
vivos. Olha só. O Ano-Novo é uma das festas para marcar o auge do frio no
hemisfério norte – a outra é o Natal. Na ausência de um instinto biológico tão
forte quanto o das formigas para acumular comida para o inverno, a sensação de
que um evento superimportante estava para acontecer bem no meio da estação fria
fazia nossos ancestrais agir exatamente como elas, economizando para ter
banquetes na época de fome. E cada geração transmitiu para suas crianças que
aquele era o momento mais especial do ano. Era mesmo. E ainda é. Trata-se do
momento em que comemoramos a sobrevivência da espécie humana.
A descoberta da anestesia foi uma das inovações clínicas que revolucionaram a cirurgia. A anestesia com éter foi descoberta em Boston na década de 1840.
Anos antes, em 1831, o clorofórmio havia sido elaborado. O médico escocês Sir James Simpson de Edimburgo foi o primeiro a usá-lo como anestésico em 1847, mas só foi largamente aceito na medicina por volta de 1853.
A única anestesia conhecida até o momento era feita à base de álcool e pólvora, aplicada no paciente por via oral. Normalmente ele era segurado pelos assistentes enquanto mordia algo para não gritar, até que a operação terminasse. Geralmente eram feitas desta forma amputações, consideradas na época como “grandes cirurgias”.
Embora os pacientes aguentassem dores extraordinárias, havia uma busca urgente por analgésicos. Para aliviar a dor, eram combinadas várias substâncias, a maior parte delas extraída de plantas “medicinais”. Às vezes, a mistura ficava muito forte e o paciente morria por overdose.
Nos anos 1800, boa parte das pessoas buscava na religião, ou nelas mesma, a força para suportar a dor, que era vista como uma punição de Deus para os perversos e como purificadora da alma para os bons.
A anestesia com éter foi introduzida nos EUA em 1846, e com clorofórmio, no Reino Unido, em 1847. A inalação dos vapores desses compostos não apenas colocava as pessoas para “dormir”, tornando-as insensíveis à dor, mas seu uso significava que os pacientes se “tornaram inconscientes à tortura”. Assistir a um filme antigo de guerra é, de fato, presenciar tortura a sangue frio.
Essa grande invenção na história da medicina não só beneficiou os pacientes, como também tornou mais fácil a vida dos cirurgiões, que não tinham mais que lidar com pacientes desesperados contorcendo-se de dor na mesa de cirurgia durante uma amputação, ou com uma fuga precipitada.
A anestesia em cirurgia plástica tem uma função fundamental. Ela permite que a paciente passe pelo procedimento de forma confortável, com segurança e sem dor. Porém esse assunto costuma ser temido pelas pessoas e gera polêmica sobre os riscos que traz.
Para você, a anestesia em cirurgia plástica gera muitas dúvidas?
A pessoa mais indicada para esclarecer as questões sobre esse assunto é o anestesista. Ele é quem avalia as condições clínicas da paciente e permite ou não que ela seja operada.
Você vai ver a seguir:
Anestesia em cirurgia plástica
A importância da Avaliação Pré-anestésica (APA)
O papel do médico anestesista durante a cirurgia
Anestesia em cirurgia plástica
Assim como você espera encontrar o melhor cirurgião plástico de SP, você também tem que procurar pelo melhor anestesista.
A segurança e o sucesso da cirurgia se dão pela junção desses dois profissionais. Por isso, fuja de clínicas que não oferecem uma avaliação Pré-Anestésica e, até mesmo, que não tenham uma equipe de anestesistas interna.
Avaliação Pré-Anestésica (APA)
Riscos anestesia geral
Esse é o momento ideal para você ter uma explicação sobre os riscos da anestesia geral ou sobre qual é a técnica utilizada no procedimento cirúrgico que você vai fazer.
A Avaliação Pré-Anestésica é uma consulta obrigatória que deve ocorrer antes da cirurgia. A paciente deve exigir e agendar, mesmo que já tenha passado por uma consulta com um cirurgião plástico.
Aprovada em 2006, a APA deve ser realizada alguns dias antes da data do procedimento cirúrgico.
Na consulta, o médico vai avaliar:
As condições clínicas da paciente
Seu uso de remédios
As alergias que ela apresenta
O profissional também vai te orientar com relação aos procedimentos pré-operatórios.
Você deve saber que a Avaliação Pré-Anestésica é um dever do anestesista, regulamentada pela resolução 1802 do Conselho Federal de Medicina (CFM).
As clínicas que não oferecem esta avaliação estão infringindo a legislação médica e adotando uma conduta antiética. Por isso, exija o seu direito! É extremamente importante procurar um anestesista para obter as orientações sobre a cirurgia plástica.
No entanto, a participação do anestesista não termina com a APA. Durante a cirurgia, ele é o responsável por monitorar e controlar os sinais vitais da paciente.
O profissional irá escolher a melhor técnica anestésica a ser aplicada. De acordo com o Dr. Fabrício dos Santos Veloso, Diretor Clínico da Dream Plastic e Mestre em Anestesiologia pela Universidade de São Paulo (USP).
As técnicas podem ser divididas em quatro tipos principais:
Local
Raquidiana
Geral
Peridural
Quer saber a diferença entre as quatro técnicas? Confira em: Anestesia peridural para cirurgia plástica e os demais tipos de anestesia.
Qual a diferença entre as técnicas anestésicas?
Local com sedação
É indicada para procedimentos superficiais e de curta duração.
“É uma técnica similar à aplicada pelos dentistas. Assim, ela é ideal para cirurgias faciais.”, resume o Dr. Fabrício.
Raquidiana
É mais realizada em procedimentos de membros inferiores ou na região intra-abdominal.
“Ela permite que se obtenha a anestesia sensorial e motora abaixo do abdômen. Esta opção dificilmente é indicada para cirurgias plásticas.”, explica o especialista.
Geral
Esta opção oferece mais riscos para a paciente, possibilitando o aparecimento de trombose venosa profunda, por isso deve ser evitada sempre que possível.
“Esta técnica é caracterizada pelo coma induzido com medicamentos e o uso de ventilação mecânica por meio de respirador”, explica o Dr. Veloso.
Peridural
De acordo com o Dr. Veloso, a melhor opção para substituir a geral é a peridural, usada frequentemente em partos.
Na peridural, o médico utiliza medicamentos de anestesia local e de sedação. Essas substâncias combinadas permitem que a sensibilidade de determinada região do corpo seja bloqueada, atingindo-se o efeito necessário para uma cirurgia segura e sem dor.
As vantagens de optar pela peridural:
Reduz a chance de ocorrência de trombose venosa profunda
Apresenta recuperação pós-operatória e alta hospitalar mais rápida
Tem um controle de dor mais eficaz.
Os médicos preferem utilizar a anestesia peridural para cirurgia plástica. Assim, se o anestesista consultado sugerir outro tipo, você deve questioná-lo quanto à possibilidade de usar a peridural.
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Fontes
Traduzido e adaptado de:
ANESTHESIA. IN: Keys – volume único. Floriano Guérios, Edson Cortiano, Fernanda Rigoni. São Paulo, Saraiva, 2006, p. 352.